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Pelo segundo dia consecutivo Goiânia registra 41ºC; veja até quando dura a onda histórica de calor


 
Pelo segundo dia consecutivo Goiânia registra 41ºC; veja até quando dura a onda histórica de calor. Capital repetiu nessa quarta-feira (7) o dia mais quente em 83 anos, segundo o Inmet. Confira também quando deve chover
  
Pelo segundo dia consecutivo Goiânia registrou temperatura superior a 40ºC. Se nessa terça-feira (6) a capital marcou 41,1ºC, considerado o dia mais quente dos últimos 83 anos, esta quarta-feira (7) não ficou muito atrás. Os termômetros marcaram às 15h de hoje, no Centro, 41ºC. Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em Goiás.
    
 A chefe do Inmet em Goiás, Elizabete Alves, ressaltou que a onda de calor histórica que tem atuado em boa parte do Brasil continuará nos próximos dias, prometendo possíveis novos recordes. “A onda de calor geralmente dura em torno de 5 dias, de vez em quando 7. Mas estamos seguindo para 15 dias. É algo macro, atípico e histórico. Poderemos ter sim novos recordes nos próximos dias em Goiânia. Apenas no feriado há uma possível melhora”, reforçou.
      
Essa condição de temperatura elevada por vários dias levou o Inmet a publicar um aviso de grande perigo para Goiás, inclusive com risco de morte por hipertermia, quando há elevação da temperatura do corpo, que não consegue dissipar o calor absorvido. “Essa é uma questão séria e pode acometer mais os idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças cardiovasculares ou respiratórias”, destacou Elizabete Alves.

Por isso é bom beber bastante água, evitar exposição ao sol por muito tempo e exercícios nas horas mais quentes do dia, além de monitorar a cor da urina. Isso porque a cor mais escura é um sintoma. Mais clara é sinal de hidratação. Outros sintomas são dor de cabeça e transpiração excessiva.

Além desse alerta, o órgão também publicou outro sobre a umidade relativa do ar abaixo de 12%, também de grande perigo e com risco para pessoas com doenças pulmonares. Outras recomendações são para umidificar o ambiente, utilizar hidratantes corporais e evitar bebidas diuréticas, como café e álcool.
      
Quando a onda de calor acaba?
  
A previsão do Inmet é que a onda de calor perca força a partir do próximo sábado (10). É quando uma frente fria vinda do Sul do País, combinada com a umidade vinda da região Norte conseguirá quebrar a massa de ar quente e seco que atua na região Centro-Oeste.

A temperatura começa a abaixar no domingo (11), que tem previsão para 38ºC, e a partir de segunda-feira (12) aí sim há uma melhora significativa, com temperatura na casa dos 34ºC e umidade subindo para algo em torno de 20%.

E a chuva?

Segundo o Inmet, existe possibilidade de chuva já no próximo domingo, com pancadas isoladas depois das 15 horas acompanhadas de rajadas de ventos. Na segunda-feira de feriado de Nossa Senhora Aparecida também há possibilidade de chuva. “E a partir da próxima terça-feira (13) provavelmente entraremos no período chuvoso. Ainda com temperaturas relativamente altas, mas com chuvas mais frequentes”, destacou Elizabete.


Goiânia tem a 5ª melhor infraestrutura do Brasil


Cidade é o 23º melhor ambiente de negócios do Brasil, revela estudo da Urban System. Capital se destaca também em desenvolvimento social e capital humano

Goiânia tem o 23º melhor ambiente de negócios do país, segundo levantamento da Urban Systems. A cidade avançou nove casas em relação à pesquisa de 2018, ano em figurou na 32ª posição do ranking nacional que mensura o potencial de desenvolvimento das cidades a partir de análises sobre desenvolvimento socioeconômico, infraestrutura e capital humano. O desempenho de Goiânia é o melhor do Estado e o terceiro do Centro-Oeste brasileiro, atrás apenas de Cuiabá (MT) e Brasília (DF). A pesquisa Melhores Cidades para Fazer Negócios é o assunto principal da revista Exame deste mês.

A melhora no desempenho nacional de Goiânia foi puxada pela avaliação do fator Infraestrutura. O índice de atendimento urbano de água, a pavimentação, a conectividade aeroportuária, linhas rodoviárias, energia elétrica e as conexões de banda larga garantiram à Goiânia a quinta melhor posição no ranking nacional. Estão à frente apenas São Paulo, Campinas, Guarulhos (SP) e Brasília (DF). É o melhor resultado do Estado e o segundo do Centro-Oeste. Até 2018, Goiânia ocupava o oitavo lugar no ranking Infraestrutura. Evoluiu três pontos em apenas um ano. E os dados da pesquisa ainda nem refletem o atual cenário.

Os investimentos feitos pela Prefeitura de Goiânia dispararam no segundo quadrimestre de 2019. A alta atinge a marca de 83,60% na comparação com o mesmo período do ano passado. Até agosto, os recursos destinados para obras, custeio de projetos e aquisições de bens e serviços ultrapassaram R$ 79,8 milhões. O aumento é reflexo direto das obras em curso na Capital. Apenas este mês o prefeito lançou, por exemplo, a pavimentação asfáltica do Park Solar, Shangri-lá, residenciais Paulo Pacheco I e II; o prolongamento da Marginal Botafogo; a construção da ponte da Vila Alpes e, entre outras, dos viadutos da BR-153 e da Jamel Cecílio. “Colocamos a máquina em ordem e agora é obra a cada dia, a cada hora, assim vamos atendendo aos clamores da população. Reformando e construindo praças, pavimentando 31 bairros que surgiram depois que eu deixei a prefeitura. Vamos deixar Goiânia, como eu disse na campanha, uma cidade gostosa e bonita”, prospecta o prefeito de Goiânia, Iris Rezende. Ao todo, a Prefeitura de Goiânia planeja investir cerca de R$ 1,4 bilhão até o final de 2020. No país, o pior desempenho em infraestrutura é o de Carapicuíba (SP).

Também contribuiu para o resultado positivo o recorte Desenvolvimento Social. A cidade deixou a 81ª posição no ano passado e alcançou o 76º lugar em 2019. É a terceira melhor posição de Goiás e a quarta da região Centro-Oeste. Esse indicador mede o reflexo do desenvolvimento de negócios na cidade sobre a população local por meio dos indicadores sociodemográficos Educação, Saúde e Segurança. As avaliações abarcam o crescimento da renda média trabalhadores, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), a esperança de vida ao nascer, taxa de alfabetizados,índice de coleta e tratamento de esgoto, entre outros. No topo do ranking nacional está Valinhos (SP). No final está Atibaia, também em São Paulo.

Além dos indicadores Infraestrutura e Desenvolvimento Social, frente ao ano passado Goiânia ainda progrediu no quesito Capital Humano, que tem como base análises sociodemográficas, econômicas, educacionais e cenário futuro. Até 2018, os investimentos em educação por habitante, o crescimento dos empregos formais, os anos de estudo, entre outros indicadores, deram à Goiânia o 22º melhor cenário do país. Este ano, no entanto, a cidade alcançou 21ª posição. Neste item, a cidade tem o melhor resultado de Goiás e o terceiro da região Centro-Oeste. No Brasil, a primeira colocada é a cidade de Vitória (ES). A pior é Catanduva (SP).

Mais Avanço

Dos quatro recortes que subsidiam o estudo - Desenvolvimento Econômico, Capital Humano, Desenvolvimento Social e Infraestrutura - a edição 2019 do Ranking das Melhores Cidades para Fazer Negócios ainda não retrata os avanços de Goiânia apenas no fator Desenvolvimento Econômico. Isso porque, fontes utilizadas para composição do indicador abarcam períodos anteriores ao equilíbrio fiscal de Goiânia. São exemplos disso, o crescimento do Produto Interno Bruto e o PIB per capita, ambos referentes à 2016; a diversidade econômica, o crescimento empresarial e de empregos, a renda média dos trabalhadores formais, a População Economicamente Ativa (PEA) e o Índice Firjan de Gestão Fiscal que têm como base o ano de 2017; a Dívida Consolidada Líquida (DCL), Receita Corrente Líquida (RCL) e o crescimento da frota de Automóveis são relativos à 2018. Apenas dois dos indicadores econômicos dizem respeito a 2019, os depósitos em poupança e o financiamento. Como efeito da utilização de bases de dados não atualizadas, Goiânia aparece na 87ª posição do ranking que avalia a melhora dos indicadores quantitativos da economia acompanhado de avanços no bem-estar geral da população.

O Ranking das Melhores Cidades para Fazer Negócios é calculado através de uma metodologia de análise estatística chamada Índice de Qualidade Mercadológica. (IQM), cujo objetivo é servir como parâmetro para a qualificação de um determinado mercado. Na listagem Geral, que considerou Goiânia como o 23º melhor ambiente de negócios do país,a Capital de Goiás tem IQM 11.255. Apesar da pontuação máxima chegar a 26, a líder no ranking nacional, São Caetano do Sul (SP) tem IQM 13.178. Brasília, a melhor da região Centro-Oeste tem IQM 11.364.

Nos quesitos Desenvolvimento Econômico, Capital Humano, Desenvolvimento Social e Infraestrutura Goiânia tem, respectivamente, IQM 5.279, 4.150, 3.632 e 3.967. O estudo da Urban System analisa 317 municípios e lista os que têm mais de 100 mil habitantes porque representam 70% do Produto Interno Bruto (PIB), detém 62% das empresas, geram 72% dos empregos formais e abrigam 57% da população


Goiânia é a 10ª capital brasileira em número de habitantes


Com 1.516.113 habitantes em 2019, Goiânia ocupa a 10ª posição dentre as capitais brasileiras em número de habitantes. Os números foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) juntamente com as estimativas das populações residentes nos 246 municípios goianos com data de referência em 1º de julho de 2019. As capitais brasileiras concentram 23,8% da população do país, com um total de 50,1 milhões de habitantes. 

A capital brasileira com maior população é São Paulo (12,2 milhões de habitantes), seguida do Rio de Janeiro (6,7 milhões de habitantes) e Brasília (3 milhões de habitantes); e a com menor população é Palmas (299 mil habitantes), seguida de Vitória (362 mil habitantes) e Boa Vista (399 mil habitantes). 

Estima-se que Goiás tenha 7,018 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento populacional de 1,4% entre 2018 e 2019, de acordo com a Projeção da População (Revisão 2018). O município mais populoso do estado continua sendo a capital Goiânia com 1,5 milhão de habitantes, seguida de Aparecida de Goiânia (578 mil habitantes) e Anápolis (386 mil habitantes).

Na estimativa de 2018, Goiás possuía 22 municípios com mais de 50 mil habitantes, enquanto que na estimativa população de 2019, Goiás possui 24 municípios com mais de 50 mil habitantes. Aparecida de Goiânia está entre os 25 municípios brasileiros com população de mais de 500 mil habitantes, exceto capitais.

Quando se excluem as capitais, 25 municípios brasileiros possuem mais de 500 mil habitantes, concentrando 8,5% da população do país em 2019 (17,8 milhões de habitantes). Além da capital do estado, o município de Aparecida de Goiânia é o único município de Goiás com mais de 500 mil habitantes (com estimativa de 578.179 mil habitantes).

Incluindo as capitais, 48 municípios do país apresentam mais de 500 mil habitantes e totalizam 31,6% da população do país, concentrando 66,5 milhões de habitantes. Por outro lado, a maior parte dos municípios brasileiros (68,2%) possui até 20 mil habitantes e abriga apenas 15,2% da população do país (31,9 milhões de habitantes).

Raking Capitais:



Fonte: O Hoje

Goiânia pode ter tarde e noite chuvosas, nesta sexta-feira (05/07) e frio no final de semana


Temperatura na capital pode registrar mínima de 14º e máxima de 29º

Chuvas podem aparecer na capital, nesta sexta-feira, 5. Segundo informação do Clima Tempo, a temperatura deve oscilar de 14º a 29º, com tempo nublado pela manhã e possibilidades de chuva à tarde e à noite.

Ainda conforme o site, a umidade no ar deve variar de 38% a 87%, com possibilidade de ventos de 13km/h.

De fato, a notícia é semelhante em toda a região Centro-Oeste. O Mato Grosso do Sul também deve ter chuvas, exceção às regiões sul e sudoeste do Estado, pontos de umidade baixa.

O Distrito Federal deve registrar tempo parcialmente nublado e nublado, enquanto no oeste de Mato Grosso também deve chover. As informações são Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

Fonte: Jornal Opção


Goiânia pode bater recorde de frio nesse final de semana. 

A grande e forte onda de frio que está chegando do Brasil vai fazer a temperatura cair muito em praticamente todas as áreas da Região Centro-Oeste. Temperaturas abaixo dos 10°C devem ser registradas em muitas áreas e as capitais devem estabelecer novos recordes de frio nos próximos dias.

Em Goiânia, o primeiro recorde de frio por causa desta forte massa polar já poderá ocorrer na madrugada do sábado, 6. A madrugada do domingo, 7, poderá ser com recorde de menor temperatura de 2019 em Goiânia e em Brasília, com marcas abaixo dos 10°C.

Confira as menores temperaturas registradas pelo Instituto Nacional de Meteorologia

Goiânia (GO)
menor temperatura do ano: 13,7°C em 13/6/19
menor temperatura máxima do ano: 23,1°C em 17/2/19
menor temperatura em 2018: 9,1°C em 21/5/2018

Brasília (DF)
menor temperatura do ano: 10,8°C em 11/6/19
menor temperatura máxima do ano: 22,7°C em 16/6/19
menor temperatura em 2018: 9,3°C em 21/5/2018

Fonte: Clima Tempo

Quais são os melhores e mais valorizados bairros de Goiânia?



Escolher um bairro bom para morar ajuda a evitar diferentes transtornos. Para essa escolha, os critérios variam conforme os interesses da pessoa ou família, mas alguns fatores são fundamentais. Por exemplo, é importante escolher um bairro seguro, com baixo índice de criminalidade e que conte com recursos que garantam maior segurança aos moradores.

Outros critérios envolvem a proximidade com hospitais, instituições de ensino, o local de trabalho, as áreas verdes (como parques e praças arborizadas que ajudam a melhorar a qualidade de vida) e os pontos comerciais em geral. Também é interessante observar a infraestrutura do local, verificando pontos como rede de água, de luz, de esgoto, acessibilidade e transporte público.

A seguir, listamos os melhores e mais valorizados bairros de Goiânia!

Jardim Goiás

O bairro está localizado em uma das regiões mais valorizadas da cidade e sua infraestrutura é privilegiada. Jardim Goiás fica perto de hipermercados, shoppings centers, bares, restaurantes e parques.

Alguns pontos estratégicos dos quais o bairro fica próximo são o Shopping Flamboyant, o Autódromo Internacional de Goiânia e o Estádio Serra Dourada.

Uma de suas limitações é que não existem tantas escolas e academias quanto poderia ter.

Setor Bueno

É o segundo maior bairro da cidade. Reúne diversas opções de lazer, comércio e cultura. O bairro oferece boa qualidade de vida e exibe elevadas construções e praças muito bem conservadas.

Um destaque especial é a sua estrutura educacional, pois apresenta muitas escolas do ensino fundamental, médio e pré-vestibular.

É uma região que se destaca também pela grande quantidade de empreendimentos imobiliários. Trata-se de um bairro moderno e dinâmico, que certamente agrada a maior parte dos moradores.

Um dos problemas no Setor Bueno é o intenso tráfego nas ruas, principalmente nos horários de pico — uma consequência das muitas opções que oferece, atraindo um grande público.

Setor Marista

O Setor Marista também é um dos melhores bairros de Goiânia. Tem acesso facilitado pelo Jardim Goiás, Setor Bueno e Nova Suíça. É uma das zonas mais nobres da capital, com os melhores restaurantes de Goiânia.

São diversas opções de entretenimento e um estilo de vida cosmopolita, com pessoas de diferentes origens e hábitos.

O trânsito também costuma ser difícil nos horários de pico e alguns moradores podem não gostar muito dos ruídos no polo gastronômico.

Setor Oeste

Esse bairro se localiza entre dois locais especiais: o Lago das Rosas e o Bosque dos Buritis. É uma região que se destaca por suas áreas verdes. A Praça Tamandaré é um ponto turístico e histórico de todo o estado.

No mês de dezembro, o Setor oeste torna-se uma dos bairros de Goiânia mais atraentes por causa da decoração aprimorada.

A maioria dos bancos e hotéis da capital está concentrada nessa região, fato que contribui para valorizá-la mais ainda.

O bairro também conta com um jardim zoológico que compõe o conjunto de áreas verdes. Tem lagos e diferentes espécies de mamíferos, répteis e aves, como o lagarto-rabo-de-macaco, a garça-branca-grande, o macaco-aranha, a tartaruga marinha e o maracanã-de-cara-amarela (maracanã-do-buriti).

O Setor Oeste data da década de 50, apresentando prédios mais antigos. Os imóveis mais antigos trazem um valor de condomínio bem mais alto, o que pode onerar o orçamento familiar.

Setor Sul

Região projetada pelo arquiteto Armando de Godoy e que faz parte da construção histórica do estado. Armando inspirou-se nas cidades-jardins europeias, dando ao bairro traços residenciais. Para as pessoas que apreciam convivência harmônica e espaços com sombras, esse pode ser o melhor bairro de Goiânia para morar.

Tal como o Setor Oeste, ele também apresenta edificações antigas que sofreram a ação do tempo. Mas, mesmo assim, algumas vielas e praças conservam a beleza do projeto de Armando.

Setor Universitário

A denominação é decorrente da grande quantidade de instituições universitárias que existem na região. Por esse motivo, trata-se de um bairro muito frequentado por estudantes, que também formam boa parte de sua população.

O Setor Universitário oferece atrações para todas as idades. Na Praça Universitária, acontecem eventos culturais e musicais que dão destaque aos artistas locais e de todo o país.

Em relação aos bairros de Goiânia citados acima, a infraestrutura da região não é tão boa.

Parque Amazônia

A infraestrutura é o destaque principal desse bairro. Mesmo apresentando um comércio intenso, ele não sofre com um trânsito desorganizado, marcado pelo congestionamento. Existe rota de ônibus, bons hospitais e concessionárias de marcas famosas.

O comércio conta com hipermercados, excelentes bares e restaurantes, clubes, academias, clínicas de estética e muitos outros tipos de empresas. O Shopping Buriti é um destaque nesse cenário.

Também exibe ótima área verde, representada pelo Parque Cascavel, que contribui para valorizar ainda mais a região.

O Parque Amazônia fica perto da Avenida Rio Verde. Essa avenida liga pontos importantes de Goiânia.

Jardim América

É um dos maiores bairros de Goiânia, localizado na região sul da cidade. Faz divisa com outros bairros nobres, como Nova Suíça, Parque Amazônia, Jardim Atlântico e Setor Bueno.

É um bairro com boa acessibilidade para diferentes pontos da cidade. Por isso, as pessoas aproveitaram para abrir diferentes negócios e famílias da classe A escolheram a região como local para morar em suas luxuosas mansões.

A infraestrutura satisfaz todas as necessidades dos moradores. Existem muitas praças com estrutura de lazer, como a Praça Santos e a Praça de Esportes. A Feira do Cepal é um local muito procurado pela população para fazer compras. Existem ainda farmácias, hipermercados, lojas diversificadas, campos de futebol e outras coisas.

Nova Suíça

O bairro surgiu como um conjunto habitacional na década de 70. É composto por 55 quadras no total, ficando entre os bairros Jardim América (a oeste), Parque Amazônia (ao sul), Bela Vista (a leste) e Setor Bueno (ao norte).

Uma característica especial é que ele se trata de um bairro predominantemente residencial. Mas fica próximo de shoppings centers, bares, hospitais e escolas do Setor Bueno.  

Está bem perto do Parque Vaca Brava, um dos pontos turísticos mais importantes da cidade. Na verdade, ele se chama Parque Sulivan Terrestre e possui 79.800 metros quadrados. No parque, há um grande lago e um pequeno bosque com espécies nativas de fauna e flora. Vaca Brava era o nome da fazenda em cuja área foi construído o parque.

O que achou do post? Gostou de conhecer os melhores bairros de Goiânia? Então, aproveite e curta a página da URBS Imobiliária no Facebook!

Fonte: URBS 

Quase 80% das pontes e viadutos de Goiânia possuem problemas estruturais provocados por umidade


Estudo realizado por quase 50 profissionais de engenharia mostra que não há controle na passagem de água nas obras de arte especiais, o que acarreta corrosão

As pontes das Avenidas T-63, sobre o Córrego Cascavel, das Pirâmides e Acary Passos sobre o Córrego Água Branca são as três obras de arte especiais (OAEs) em pior grau de deterioração de Goiânia, com riscos para a população. O diagnóstico faz parte de um amplo levantamento feito pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (CREA-GO) em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)  e Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia do Estado de Goiás (Ibape-GO).

Um dos coordenadores do estudo, Ricardo Barbosa Ferreira explica que 78% das OAEs analisadas em sete anos de trabalho estão com manchas de umidade, até mesmo a mais nova delas, a da Rua 1008, sobre o Córrego Botafogo, inaugurada no final de 2016.  O estudo pode ser analisado por qualquer pessoa no site no CREA-GO através de uma plataforma gerenciada.

Das 68 OAEs verificadas por cerca de 50 profissionais de engenharia, 53 possuem manchas de umidade e 42 possuem corrosão de armadura. Ao apresentar o estudo na manhã desta terça-feira (12), Ricardo Ferreira enfatizou que o trabalho é um importante diagnóstico para que os gestores, públicos e privados, responsáveis pelas pontes e viadutos estudadas, tomem as providências necessárias e, em pelo menos dez delas, o mais urgente possível.

"No Brasil temos o conceito arraigado de que obras de engenharia são eternas e não é assim. Depois de um tempo, como o organismo humano, elas se desmobilizam", diz o engenheiro. Ricardo Ferreira enfatiza que o estudo é absolutamente técnico



Governo de Goiás anuncia lucro de R$ 84 milhões da Saneago, no segundo trimestre


Vazão do Meia Ponte está além do limite mínimo

O governador José Eliton anunciou nesta segunda-feira (24/9) nas suas redes sociais duas notícias positivas da Saneago: a estatal goiana registrou lucro de R$ 84 milhões no segundo trimestre deste ano, resultado da gestão eficiente e novos padrões de governança nas suas finanças e suas operações.

No ano passado a Saneago já tinha registrado lucro de R$ 280 milhões, aumento de 136% sobre 2016. Com estes resultados positivos, a estatal pode captar na semana passada R$ 250 milhões no mercado a juros baixíssimos (2,8% ao ano) para novos investimentos na expansão da rede de esgoto em Goiás.

O governador estabeleceu como meta a universalização dos serviços de abastecimento de água potável para 100% dos municípios goianos e de coleta de esgoto para 100% dos municípios goianos com mais de 20 mil habitantes dentro do exercício 2019-2022. Atualmente, estes serviços atendem a 96% e 58% da população, respectivamente.

Outra boa notícia anunciada pelo governador José Eliton nas redes sociais é que a vazão do Rio Meia Ponte hoje é de 4 mil litros por segundo, bem acima do limite mínimo de 1.500 l/s, fruto do decreto para o plano de emergência hídrica com diversas ações de fiscalização e combate a fraudes implantadas pelo governo a partir de abril, ainda no período chuvoso, para garantir o abastecimento de água à toda população da Grande Goiânia e afastar qualquer possibilidade de racionamento no período de estiagem deste ano.



Goiás entra para time dos 10 estados mais competitivos


Goiás entrou para o seleto grupo dos dez estados brasileiros mais competitivos, segundo índice apurado pelo Ranking de Competitividade dos Estados, da CLP – Liderança Pública. Os investimentos e as políticas públicas dos governos de Marconi Perillo (PSDB, 1999-2006; 2011-2018) e José Eliton (2011-2018) foram fundamentais para o resultado. 

Goiás passou o Ceará, o DF e Rio de Janeiro nos critérios de infraestrutura, situação financeira e segurança pública.

O mesmo estudo apontava Goiás com altos índices de competitividade nos setores de sustentabilidade ambiental, sustentabilidade social e educação.

A apuração, anunciada na Bolsa de Valores de São Paulo, não considera ainda liderança goiana nos índices educacionais – revelada pelo MEC no começo de setembro, mas já foi suficiente para o estado de Goiás entrar para o grupo dos dez estados mais competitivos do país.

Fonte: A Redação


Goiânia cai seis posições em lista de cidades com maior qualidade de vida


Capital melhorou apenas em educação, mas recuou em saúde, saneamento e segurança na última década, ocupando o 42º lugar no estudo geral da Macroplan

A terceira edição do estudo Desafios da Gestão Municipal (DGM), da consultoria Macroplan, que avalia a evolução de quatro áreas essenciais – saúde, educação, segurança e saneamento & sustentabilidade – nos 100 maiores municípios do País revelou que Goiânia caiu seis posições desde o último levantamento, em 2006.

A capital está na 42ª colocação, mas, naquele ano, ocupava a 36ª posição. Apesar da cidade ter sido destaque na área de saneamento, ocupando o 21ª lugar no ranking, também recuou três posições neste campo (em 2006 ocupava a 19ª colocação).

As posições nas outras áreas são: 54ª em educação (avanço de 19 posições na década, já que em 2006 estava em 73º lugar), 71ª em segurança (ocupava a 55ª posição em 2006) e 43ª em saúde (ocupava o 25º lugar em 2006).

A cada dez anos a Macroplan divulga o estudo. Para indicar o desempenho global de cada cidade, a consultoria criou um indicador sintético, composto por uma cesta de 15 pontos de todas as áreas analisadas, formando o IDGM – Índice Desafios da Gestão Municipal. O IDGM varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, melhor o desempenho do município.

Entre as 15 primeiras colocadas no ranking geral do DGM-2018 destacam-se dez cidades do interior de São Paulo. Maringá (PR) é a primeira colocada no ranking geral e Ananindeua (PA) está na lanterna entre as cidades analisadas.

A pesquisa da Macroplan demonstra que, nos últimos anos, a escassez de recursos financeiros foi  generalizada e semelhante nas 100 cidades. A receita subiu 13,6%, de 2010 a 2016, mas o crescimento da despesa foi maior (16,8%), puxada pelos gastos com pessoal e custeio, restando cada vez menos espaço para investimentos, que teve queda de 16,4% nos últimos cinco anos.

Ainda assim, o levantamento destaca que na década houve ganhos generalizados nos municípios estudados. As cidades que apostaram em novas soluções tiveram progressos relevantes.

O estudo ressalta que os líderes municipais terão que trabalhar com cobranças múltiplas, em contexto de forte escassez de recursos e acentuadas restrições burocráticas e legais.

Encontrar novas soluções para esses dilemas, dentro deste cenário, também é outro grande desafio que se coloca para os prefeitos, legisladores e gestores públicos municipais.

“Enquanto alguns municípios ficaram focados na agenda de curto prazo, outros conseguiram superar as adversidades do atual cenário e se modernizaram, com planejamento, foco e cooperação” destacou o diretor da consultoria, Glaucio Neves, coordenador geral do estudo.

O grupo de cidades semelhantes a Goiânia é composto  por Fortaleza (CE), São Luís (MA),Vila Velha (ES), Manaus (AM), Recife (PE), Natal (RN), João Pessoa (PB), Salvador (BA), Belém (PA), Aracaju (SE) e Maceió (AL).

Entre estas cidades, Vitória tem os melhores resultados no IDEB EF I e EFII, nos índices de acesso de água, coleta de lixo e de esgoto, assim como em número de exames pré-natal. Mas fica atrás de outras cidades do grupo nos  conjunto dos indicadores analisados.

Foto: Patrick Lawe


Goiânia tem a 6° maior frota de carros do País e a 4° maior de motos


Dados divulgados nesta segunda (2) são do Departamento Nacional de Trânsito 

Estatísticas do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) divulgados nesta segunda-feira (2/7) colocam a capital goiana entre as 10 cidades com as maiores frotas de carros, motos, ônibus e caminhões do País.

Conforme aponta o levantamento, quando se trata de carros, Goiânia está na sexta posição nacional com cerca de 605 mil automóveis. Em todo o Estado, o número chega a 1,8 milhão, o que corresponde a 3,337% de toda a frota nacional.

Já quanto ao número de motocicletas, Goiânia avança e assume o quatro lugar com 291 mil veículos. Contando todo o território goiano, são 1.160.690 milhão de automóveis. Além disso, a pesquisa mostra que, dos 246 municípios, 48 têm mais motos do que carros (ou 20%).

Em relação à quantidade de ônibus e caminhões, a capital aparece em oitavo lugar, com 6.713 veículos, no primeiro caso, e no sexto lugar, com cerca de 163 mil, no segundo. O estudo completo você pode conferir aqui.

Dados nacionais

As estatísticas do Denatran apontam um total de 53,4 milhões de carros no país em abril de 2018, configurando aumento de 3,30% em relação a abril de 2017. Comparando com a estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2017, no Brasil há um carro para cada 3,89 habitantes

Considerando que as motos englobam os ciclomotores, motocicletas e motonetas, os dados do Denatran de abril deste ano também mostran que, no país, há 26.427.751 motos, consistindo em um aumento de 3,44% se comparado com o mesmo mês de 2017. Comparando com a população estimada pelo IBGE para 2017, no Brasil há uma moto para 7,86 habitantes.



Lançamento de imóveis vai dobrar na Grande Goiânia em 2018



Após período ruim, setor imobiliário começa a se reaquecer e especialistas apontam cenário positivo para 2018

Fernanda Garcia

Com boas perspectivas para este ano, o mercado imobiliário em Goiás voltou a prosperar, segundo avaliação da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO). Em 2017, de acordo com um levantamento da instituição, a venda líquida – número de unidades vendidas menos os distratos – apresentou um crescimento de 127% em relação ao ano anterior. A promessa continua sendo a de reaquecimento econômico. Segundo a associação, o número de lançamentos de novos empreendimentos deve aumentar mais de 106% em 2018. Mais 33 lançamentos devem ser realizados neste ano na Grande Goiânia contra os 16 que foram lançados em 2017.

A estagnação do setor nos últimos anos não foi vivida somente por Goiás. A saúde do mercado imobiliário foi gravemente abalada pela crise econômica enfrentada recentemente pelo País. O Brasil encontra-se formalmente em recessão desde o segundo trimestre de 2014, segundo o Comitê de Da­tação do Ciclo Econômico (Codace) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os sinais de recuperação foram registrados apenas a partir de 2017, quando, entre julho e setembro, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou pelo terceiro trimestre seguido. O restabelecimento, portanto, já pode ser constatado. Especialistas acreditam e pesquisas apontam que o mercado, de fato, está começando a respirar espontaneamente.

Em território goiano, o estudo Indicadores Nacionais do Mercado Imobiliário apresentado pelo Sindicato da Indústria da Cons­trução no Estado de Goiás (Sinduscon-GO) revela que a retomada da economia imobiliária se destaca. As cidades de Goiânia e Aparecida de Goiânia, logo no segundo trimestre de 2017, apresentaram crescimento na quantidade de lançamento de novas unidades e na taxa de vendas. Os dados mostraram que 1.260 unidades foram comercializadas na região entre abril e junho. No mesmo período do ano passado, foram 901 unidades vendidas.

Para o presidente da Ademi-GO, Roberto Elias, a melhoria é concreta. “A prova disso é que vários lançamentos ocorreram no primeiro trimestre. Houve um crescimento de lançamentos e também de vendas”, afirma. Além disso, o presidente explica que houve redução no número de distratos, ou seja, caiu o índice de contratos anulados, o que torna a luz no final do túnel ainda mais cintilante. Inclusive, a queda no número de imóveis devolvidos pelos compradores pode representar mais um vislumbre de recuperação. É o que mostra uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Segundo o levantamento, no Brasil, o índice caiu de 46.719, em 2016, para 33.353, em 2018.

Crédito

O economista e professor na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), Danilo Orsida, também acredita que o cenário para o setor imobiliário é de expansão. Um dos motivos seria a viabilização oferecida por programas de acesso a crédito. “Cito como exemplo os programas da Caixa Econômica, que fazem uso do dinheiro do FGTS como forma de financiamento do setor imobiliário”, explica. O economista destaca também o déficit habitacional pelo qual o País vem passando na última década. Para suprir essa demanda foram criados programas como o Minha Casa Minha Vida, que acabam incentivando o surgimento de novos empreendimentos.

É quase um consenso entre especialistas que o acesso a crédito configura-se entre os elementos importantes para o desenvolvimento do setor. Assim como Orsida, o presidente da Ademi-GO, Roberto Elias, afirma que crédito torna o investimento possível. De acordo com dados do Banco Central, as taxas médias de mercado para financiamento imobiliário para pessoas físicas reduziram de 15,4% em janeiro de 2017 para 11,3% em fevereiro deste ano. As taxas estavam congeladas desde novembro de 2016, não acompanhando as sucessivas quedas da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Goiás em evidência

Em Goiás, o panorama parece ser ainda mais positivo. Segundo a pesquisa da Fipe, Goiânia está entre as capitais que lideram a recuperação do mercado imobiliário. Em solo goianiense, foram vendidos 5.170 imóveis novos em 2017. Uma alta de 23% em relação ao ano anterior. Em todo o Estado, conforme levantamento da Ademi, as vendas cresceram 127%, movimentando R$ 2,5 bilhões, valor que ultrapassa o dobro das somas de 2016, R$ 1,1 bilhão.

A previsão é de mais avanço. Para 2018, a associação espera que o número de lançamentos de novos empreendimentos aumente mais de 106%. Ademais, os imóveis tiveram valorização de 5% no ano passado, trazendo bons prognósticos. Esse prognóstico favorável é fruto dos bons resultados do agronegócio e dos baixos preços por metro quadrado praticados em Goiás, conforme a avaliação de Marcelo Baiocchi, da Baiocchi Imóveis e presidente eleito da Federação do Comércio de Goiás (Fecomércio).

“A economia goiana está muito calcada em cima do agronegócio e, apesar de toda a crise, esse foi o setor que melhor passou por ela, o menos afetado, então acabava refletindo diretamente na economia goiana. Outro fator muito positivo é que aqui nós não temos bolha. O metro quadrado de Goiás é um dos mais baratos do Brasil, ou seja, não tem ‘gordura’ para ser queimada, não tem como o preço ser inflado ou desinflado”, explica Baiocchi.

Apesar disso, as imobiliárias devem ficar de olho no que Baiocchi chama de “efeito manada”. É preciso atentar-se que, mesmo com o momento propício, os lançamentos de novos projetos devem ser feitos com cautela. Para o empresário, a melhora no mercado já pode ser sentida. No entanto, ainda é pequena. Antes de embarcar em novos empreendimentos, deve ser feito um estudo profundo de mercado, uma vez que o setor comporta-se ciclicamente: quando está em expansão, produz empreendimentos em grandes quantidades até alcançar um desequilíbrio entre a oferta e a procura.

Preços mais em conta estimulam compras

Em dezembro do ano passado, o radialista Mário Jorge Pimenta, 60 anos, encontrou um apartamento no Setor Bueno, em Goiânia, com um valor adequado ao que ele almejava custear. “Para mim era o momento certo, estava com o dinheiro na mão e achei um imóvel com o preço que pretendia pagar”, diz. Segundo a pesquisa da Fipe, o preço médio dos imóveis realmente sofreu uma queda. Os dados mostram que no País o valor caiu 0,45%. O radialista revela que não precisou apurar tanto. “O primeiro imóvel que eu vi achei interessante e acabei fechando negócio”, conta.

Segundo o empresário Marcelo Baiocchi, a ocasião de fato tem sido apropriada para os consumidores. E ele vai além: “Sem dúvida nenhuma, imóvel é sempre um bom negócio”. Alguns aspectos contribuem para que a compra seja um bom investimento, um deles é a garantia. “A aquisição do patrimônio imobiliário tem as vantagens que outros investimentos não oferecem. Primeiro, é patrimonial. Serve para você oferecer garantia em um empréstimo bancário, serve como declaração de renda […] Além do mais, pode te dar renda – no caso de um imóvel que está locado – e ainda tem a valorização do tempo”, avalia.

Mesmo com os benefícios, Mário Jorge esclarece que não pretende se aventurar em uma possível revenda ou locação. Em sua concepção, os valores hoje já estão mais altos em comparação à época em que realizou a compra e seu imóvel tem uma finalidade bem definida: ser moradia própria.

No caso do engenheiro civil Vítor Vidal, 28, alugar seu apartamento recém-financiado não está completamente fora de questão. Também no final do ano passado, em outubro, Vítor realizou a compra de um imóvel no Setor Oeste, na capital. “Eu já estava dando uma pesquisada nos preços antes de comprar e surgiu essa oportunidade. Havia muitas promoções de apartamentos para vender”, relata. O engenheiro pontua que, quando investigava as melhores possibilidades de negócio, percebeu que os valores estavam mais baixos, o que impactou na venda de outro imóvel do qual era proprietário. “Tive que vender por um preço mais baixo”, afirma.

Em Goiânia, especialistas afirmam que o preço médio do metro quadrado é mais barato quando comparado a outras capitais. O metro quadrado dos imóveis usados custa, em média, R$ 4.137, e dos novos R$ 3.967. Em São Paulo, por exemplo, o valor quase dobra, subindo para R$ 8.745 e R$ 7.592, respectivamente. Voltando para a capital goiana, em bairros como Novo Mundo, Setor Sul e Setor Urias Magalhães, o investimento pode sair, por metro quadrado, a menos de R$ 2.300.

Quero comprar, e agora?


O mercado imobiliário está se reaquecendo, as vendas aumentaram, os imóveis estão mais baratos. Será que isso é o suficiente para embarcar em um investimento, seja à vista ou financiado?

O economista Danilo Orsida acredita que imóveis são investimentos bastante seguros. No entanto, ele alerta para o fato de que este é um bem sem “liquidez imediata”. Nos casos, por exemplo, em que o imóvel foi obtido para fins de locação, é natural que haja um intervalo de tempo entre o encerramento de um contrato e a abertura de outro, provocando uma pausa na geração de renda para o locatário.

Existe também a questão do financiamento. O economista adverte que o interessado em comprar um imóvel por esse método deve pensar em longo prazo. A queda de juros e as facilidades oferecidas representam um grande estímulo às compras e se o consumidor não se planejar pode acabar ficando comprometido com dívidas.

5 dicas rápidas antes de comprar seu imóvel

1- Defina bem que tipo de imóvel você quer adquirir;
2- Tenha consciência de seu limite financeiro;
3- Olhe para o futuro: veja seu negócio com olhos de investidor;
4- Analise bem qual a melhor saída para o seu caso: comprar à vista ou financiar;
5- Não tenha medo de tirar dúvidas, procure um especialista e faça suas perguntas.

Foto: Timthumb

Protestos em rodovias estaduais chegam ao fim em Goiás


Informação é da assessoria de comunicação da Polícia Militar

A Polícia Militar de Goiás informou no início da tarde desta quarta-feira (30/5) que todas as rodovias estaduais foram desbloqueadas pelos caminhoneiros, que estavam em greve desde o último dia 20.

No início desta manhã, a Polícia Rodoviária Estadual ainda contabilizava ao menos 19 trechos bloqueados pela categoria.

Nas rodovias federais, ainda há mais de 20 pontos de bloqueio. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que desenvolveu desde terça-feira (29) ações em pontos de manifestação, orientando os caminhoneiros que desejam deixar os locais de concentração, sendo assegurado o livre trânsito dos que pretendem continuar suas viagens.


Goiânia tem melhor aeroporto em satisfação do passageiro dos cinco incluídos em 2018


Capital goiana foi incluída no levantamento da Secretaria Nacional de Aviação Civil neste ano e figura à frente dos terminais de Maceió, Belém, Vitória e Florianópolis. Recém-incluído da Pesquisa de Satisfação do Passageiro, da Secretaria Nacional da Aviação Civil, aeroporto de Goiânia é o melhor avaliado entre os cinco incluídos no levantamento no primeiro trimestre e 8º no geral 

Goiânia tem o melhor aeroporto de cinco incluídos em 2018 na Pesquisa de Satisfação do Passageiro no primeiro trimestre do ano realizada pela Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. Os dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira (25/4) e mostram que os usuários do transporte aéreo em voos domésticos e internacionais avaliam o terminal da capital goiana como o que melhor atende os passageiros dos que passaram a ser avaliados: Goiânia, Maceió, Belém, Vitória e Florianópolis.

No geral, o novo aeroporto de Goiânia – inaugurado em 9 de maio de 2016 pela então presidente Dilma Rousseff (PT) – é considerado o 8º em satisfação do passageiro entre 20 terminais. A nota goiana ficou em 4,38 de um total de cinco pontos atribuídos pela pesquisa, que é feita a partir de dados fornecidos pelos usuários do transporte aéreo no Brasil.

No quinto ano do levantamento, a aprovação dos aeroportos brasileiros chegou a 87% no primeiro trimestre de 2018. A partir de 4 pontos é considerado como bom o aeroporto. A nota 5 avalia o terminal como muito bom, de acordo com os critérios do levantamento.

“Os resultados mostram que estamos caminhando para a maturidade e a consolidação da gestão aeroportuária”, afirma o secretário Nacional de Aviação Civil, Dario Lopes. De acordo com o órgão, “os passageiros são ouvidos diariamente por pesquisadores da Praxian – Business & Marketing”. “O nível de confiança do levantamento é de 95%, com margem de erro de 5%”, informa o Ministério dos Transportes.

A pesquisa ouviu 327.537 nos últimos cinco anos. Em 2013, a nota dada aos principais aeroportos brasileiros ficou em 3,86 na avaliação de 1 a 5 pontos. Já no primeiro trimestre deste ano, a pontuação chegou a 4,30. Esta é a 20ª rodada do levantamento realizado pela Secretaria Nacional de Aviação Civil, com crescimento de 14% no índice de satisfação geral e 11% de média porcentual de evolução na avaliação dos outros 37 indicadores pesquisados.

Goiânia

Entre os oito aeroportos que recebem até 5 milhões de passageiros por ano, Goiânia (4,38) aparece na terceira posição, atrás de Natal (4,56) e Manaus (4,41). Dos 37 itens avaliados pelos passageiros, o terminal da capital goiana aparece em segundo lugar em dois deles: tempo de fila na inspeção de segurança (4,73), na qual Campinas lidera com 4,76 pontos, e qualidade da informação nos painéis das esteiras de restituição de bagagem, quando recebe pontuação 4,75, indicador liderado por Confins (4,83).

Na facilidade de desembarque no meio-fio, a capital goiana surge em terceiro lugar com 4,48 pontos. Goiânia é 9ª na confiabilidade da inspeção de segurança (4,47), 4ª na cordialidade e
prestatividade dos funcionários da inspeção de segurança (4,61) e 5ª na qualidade da sinalização do aeroporto (4,37).

No item disponibilidade e qualidade das informações nos painéis de voo, o terminal de Goiânia fica em 10º lugar (4,17). Goiânia é apenas 14ª posição na disponibilidade de
tomadas (3,73) e na 18ª quando o assunto é ‘ualidade da internet wi-fi disponibilizada pelo
aeroporto (3,07).

A disponibilidade de banheiros do aeroporto de Goiânia fica no 5º lugar dos 20 terminais avaliados pelos passageiros (4,37). Na limpeza dos sanitário, a capital goiana figura em 4ª (4,38), mesma posição na disponibilidade de assentos na sala de embarque (4,58). Goiânia consegue o 5º posto na sensação de segurança nas áreas públicas do aeroporto com 4,42 pontos.

O aeroporto fica em 4º na limpeza geral (4,66), 3º no conforto térmico (4,59), 12º no conforto acústico (4,18) e 11º na qualidade das instalações de estacionamento de veículos (3,98).

Pior avaliação

Goiânia fica no final da lista quando o assunto é custo-benefício dos produtos de lanchonetes e restaurantes (2,61) e dos produtos comerciais (2,89), na 20ª posição em cada uma delas, e na penúltima (19ª) na avaliação dos passageiros sobre a quantidade e qualidade de lanchonetes e restaurantes (3,43).

O terminal da capital é bem avaliado na velocidade de restituição de bagagem (4,57), na 3ª posição.


Goiânia tem 3º melhor indicador de saneamento entre as capitais brasileiras


Levantamento foi divulgado nesta semana

Levantamento do Instituto Trata Brasil mostra Goiânia em terceiro lugar entre as capitais com melhor saneamento básico no Brasil. O ranking, divulgado nesta semana, traz os 100 melhores municípios atendidos pelo serviço. Entre as três capitais mais bem colocadas, Goiânia foi a única que subiu de posição. No ano anterior, Curitiba estava em 11º lugar, caindo este ano para 17º. São Paulo estava em 20º lugar e caiu para 23ª posição. No ranking deste ano, Goiânia ficou em 24º no ranking geral entre os maiores municípios. 


De acordo com a Saneago, atualmente 100% da população da capital goiana tem acesso ao serviço de água tratada. Já o serviço de coleta de esgotamento sanitário está disponível para 92,4% da população, sendo que 80% do esgoto coletado é tratado. 

O novo ranking do saneamento básico aborda os indicadores de água e esgotos com base nos dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), divulgado anualmente pelo Ministério das Cidades. Os dados consultados são referentes ao ano de 2016. Os resultados indicam que, nos 100 maiores municípios, 93,62% da população tinha abastecimento de água, 72,14% coleta de esgotos e 54,33% dos esgotos gerados eram tratados. Goiás está com os índices acima da média nacional: 96,76% da população de Goiás tem acesso à água tratada e 66,41% à coleta de esgoto. 

Fonte: A Redação

Goiás está entre os maiores geradores de emprego ​do País



Dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira, dia 20

Goiás está entre os cinco Estados que mais geraram empregos formais (com carteira assinada) no mês de março. Foram criadas 5.312 novas vagas de trabalho de um total de 56.151 novos postos de trabalho criados no Brasil, o que representou um aumento de 0,15% em relação ao estoque de fevereiro. O resultado é decorrente de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira, dia 20.

No mês passado, em Goiás foram admitidos 50.584 trabalhadores e desligados 45.262, gerando um saldo positivo de 5.312 empregos, um crescimento de 0,44% em relação a fevereiro. No ano, o saldo de empregos é de 17.220, um aumento de 1,44% na comparação com igual período do ano passado, numa demonstração clara que a economia goiana está em crescimento, apoiada pelas ações do governo estadual que investe em obras de infraestrutura e foca na melhoria dos indicadores econômicos e sociais para garantir mais competitividade a Goiás.

Das cinco regiões brasileiras, três apresentaram saldos positivos no emprego. O melhor desempenho foi no Sudeste, que teve um acréscimo de 46.635 postos. O Sul teve aumento de 21.091 vagas formais, seguido do Centro Oeste, que criou 2.264 novos postos. Os desempenhos negativos foram registrados no Norte (-231 postos) e no Nordeste (-13.608 postos). Entre as unidades da Federação, 15 Estados e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 Estados, variação negativa.

Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo (+30.459), Minas Gerais (+14.149), Rio Grande do Sul (+12.667), Paraná (+6.514), Goiás (+5.312) e Bahia (+4.151). Os menores saldos de emprego ocorreram em Pernambuco (-9.689), Alagoas (-6.999), Mato Grosso (-3.018), Sergipe (-2.477), Pará (-787 empregos) e Mato Grosso do Sul (-646).

Setores

A agropecuária foi a grande geradora de empregos formais no Estado, no mês passado, com 2.471 vagas, seguida da indústria de transformação (1.219) e do comércio (995) e serviços (797). A indústria da construção civil (316) e a de extração mineral (73) também garantiram saldos positivos na criação de oportunidades de trabalho. As distorções foram registradas nos setores de serviços industriais de utilidade pública (-549) e da administração pública (-10).

Em Goiás, os municípios que mais garantiram vagas no mercado de trabalho, no mês passado, foram Cristalina (1.046), Goiânia (904), Formosa (695), Anápolis (414), Catalão (258) e Jataí (242). A Lei 13.467/2017, que promoveu a Modernização Trabalhista, pode ser identificada nas estatísticas do mercado de trabalho. Em março, houve 13.522 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado, envolvendo 9.775 estabelecimentos. São Paulo registrou a maior quantidade de desligamentos (-4.204), seguido por Paraná (-1.537), Rio de Janeiro (-1.255), Minas Gerais (-1.083), Rio Grande do Sul (-1.006) e Santa Catarina (-995).

Na modalidade de trabalho intermitente, foram realizadas 4.002 admissões e 803 desligamentos, gerando saldo de 3.199 empregos. As admissões concentraram-se principalmente em São Paulo (+767 postos), Minas Gerais (+446 postos), Rio de Janeiro (+361 postos), Espírito Santo (+316 postos), Goiás (+235 postos) e Ceará (+171 postos).


Quase 20% de Goiânia é de prédios



Capital tem cerca de 5,5 mil edifícios acima de três andares, que ocupam 144 km² de um total de 720 km² de todo perímetro da cidade 

Aos poucos e com resistência da população, Goiânia vai se tornando vertical, pois ao ponto que cerca de 18% dos domicílios ocupados são apartamentos, esse tipo de imóvel já representa 30% do que está sendo vendido. Os condomínios verticais, tanto residenciais quanto comerciais, já tomam conta de 19,88% do território do município, o que significa 144 quilômetros quadrados (km2) de toda a cidade. Além disso, entre 2012 e 2017, o número de edifícios da capital saltou de cerca de 2,2 mil para em torno de 5,5 mil, uma alta de 150%.

O crescimento da cidade para cima teve seu boom entre os anos de 2009 e 2014, mas no momento de crise econômica novos empreendimentos ficaram raros. Assim mesmo, a paisagem urbana de Goiânia já está diferente para quem habita a capital há algum tempo. “Eu vi isso aqui nascer”, conta a aposentada Paranaibina Dias da Rocha, de 90 anos. Moradora da Alameda das Rosas já há cerca de 60 anos, ela viu o Setor Oeste se transformar naquilo que é hoje: um emaranhado de prédios.

Quando planejado por Armando de Godoy e Attilio Corrêa Lima, ainda na década de 1930, o bairro de Paranaibina era para ser um residencial horizontal, entre o Parque Lago das Rosas e o Bosque dos Buritis, com características bucólicas. Hoje, o bairro possui cerca de 400 edifícios com mais de quatro pavimentos, com concentração justamente entre o parque e o bosque. Contudo, a casa adquirida pela aposentada com o ex-marido, já falecido, permanece firme. “Eu não vendo, não saio daqui, não, jamais!”

Paranaibina conta que já recebeu várias propostas para vender o imóvel às construtoras interessadas em construir condomínios verticais no local. “Uma vez, há muitos anos, quando meu marido morreu, eu até cheguei a fazer um inventário. Mas depois mudei de ideia. Nunca mais pensei em vender.” A aposentada hoje divide a residência com dois netos e a esposa de um deles. “A casa é grande, mora todo mundo junto, em apartamento não tem como fazer isso”, comenta.

Contrário

Outra casa, nos arredores da Alameda das Rosas, também no Setor Oeste, passa pela mesma situação. O dono é o advogado Sebastião Hugo Procópio, de 56 anos. Ele conta que recebe propostas diárias para a venda do imóvel.

“Eles querem derrubar tudo aí, pra construir esses condomínios. Mas a minha casa eu não vendo”, pontua. Procópio explica que a negação não é por conta do dinheiro, mas do valor afetivo com o imóvel. “Eu vivi praticamente minha vida inteira aqui, meus filhos cresceram aqui, é uma casa boa, não tem porque eu vender.”

Para ele, o argumento dos compradores que mais convence é a segurança dos condomínios fechados e prédios. “Realmente, se eu sair daqui pra ir pra um imóvel desses, acredito que a segurança seja um pouco melhor, porque aqui tem muito assalto.”

“Mas ainda assim, não é o suficiente para me convencer a sair. Eles vão ter que procurar outro lugar pra construir”, adverte o advogado.

O presidente do Sindicato de Condomínios e Imobiliárias de Goiás (Secovi Goiás), Ioav Blanche, explica que, de fato, os goianienses são mais adeptos às residências térreas.

Para Blanche, só se consegue vender apartamento na capital onde a unidade é bem mais barata do que as casas, em bairros cujo lote é muito caro, como os setores Marista, Bueno, Oeste e Jardim Goiás.

“Entre uma casa de R$ 160 mil e um apartamento de R$ 150 mil, em um mesmo setor, o goianiense vai optar pela casa, isso é indiscutível”, conta. Ainda assim, Blanche reforça que há um crescimento lento da verticalização, especialmente em locais pontuais, mas que não existe essa mesma tendência no mercado para a ampliação das áreas na cidade a serem verticalizadas. “Hoje se consegue vender 4 mil apartamentos por ano em Goiânia, mas se vende de 5 a 6 mil lotes, por exemplo.”



Média do metro quadrado em Goiânia é a menor entre 12 capitais



Confira o valor do metro quadrado em 20 cidades brasileiras pesquisado pelo índice FipeZap

Pelo segundo ano consecutivo, Goiânia permanece com o menor preço do metro quadrado entre 12 capitais brasileiras pesquisadas pelo índice FipeZap. De acordo com a pesquisa, a média do m² é de R$ 4.137 na capital goiana. Em 2017, aconteceu a primeira queda em 10 anos nos valores dos imóveis residenciais a nível nacional.

Segundo o presidente da Comissão de Direito Imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás (OAB-GO), Diego Amaral, mesmo com essa queda, o preço na comercialização e aluguel de imóveis pode subir neste ano por causa das perspectivas econômicas.

O Índice FipeZap monitora os valores de imóveis em 20 cidades, mas os preços indicam os valores pedidos pelos vendedores antes da negociação do imóvel, sendo assim, não correspondem ao preço final da venda.

Na média das 20 cidades pesquisadas, o valor do metro quadrado em imóveis residenciais encerrou o ano em R$ 7.631. O Rio de Janeiro ficou como a cidade mais cara do Brasil, com R$ 9.811, seguida por São Paulo (R$ 8.745) e Distrito Federal (R$ 8.238).





Goiás é segundo no ranking nacional de geração de empregos com carteira assinada


Na contramão do cenário brasileiro, que terminou o ano com mais demissões que admissões, a economia goiana fechou o ano de 2017 com um estoque positivo de 25.370 vagas de trabalho formais abertas, com crescimento 2,14% na comparação com o ano anterior, ficando em segundo lugar no ranking nacional de geração de empregos com carteira assinada, atrás apenas de Santa Catarina (saldo de 29.441). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego e representam a diferença entre as contratações (577.658) e demissões (552.288) no período.

Esses dados confirmam o bom desempenho da economia goiana, que, desde o ano passado, mostra sinais concretos de recuperação da crise, com altas nas produções industrial, agropecuária e na prestação de serviços, com reflexos no Produto Interno Bruto (PIB), que deverá fechar este ano na casa dos R$ 200 bilhões. “Esses números apontam para um cenário otimista em 2018”, diz o pesquisador em economia do Instituto Mauro Borges, da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), Eduardo Santos Araújo.

O Brasil fechou 20.832 postos de trabalho formais no ano passado. O número é a diferença entre as contratações (14.635.899) e as de demissões (14.656.731) registradas em 2017. Goiás registrou 577.658 admissões e 552.288 admissões, gerando um saldo positivo de 25.370 empregos formais.

Do saldo de 36.823 empregos registrados no Centro-Oeste, Goiás foi responsável por mais de 68%.  O emprego formal caiu em três das cinco regiões brasileiras: Norte (-26), Nordeste (-14.424) e Sudeste (-76.600).  A região Sul teve saldo positivo de 33.395.

Aparecida de Goiânia -  líder no saldo da geração de empregos

Dos 25.370 vagas em aberto na economia goiana, no ano passado, 14.971 foram nas cidades do interior goiano e 3.880 na Capital. O município de Aparecida de Goiânia foi o líder no saldo da geração de empregos, com 4.342, seguido de Goiânia, de Anápolis (1.533), de Rio Verde (1.472) e de Goianésia (1.319).

Em Goiás, todos os segmentos que compõem o cadastro de geração de empregos, com exceção de serviços de utilidade pública e administração pública(-654), registraram saldo positivo. A liderança ficou com o setor de serviços com 10.828 vagas abertas de empregos formais, seguido do comércio com 5.530, da indústria de transformação com 4.785 vagas, puxado pela indústria de produtos alimentícios e bebidas, com 3.060 e da agropecuária com 3.263.

O salário médio pago aos trabalhadores goianos também evoluiu em índice (5,49%), bem superior ao da média nacional (3,1%). Em Goiás, o salário médio pago em 2016 era de R$ 1.245,59 e passou para R$ 1.313,42 no ano passado.

Embora o saldo de empregos formais, ou seja com carteira assinada, tenha tido positivo no ano passado, o mês de dezembro fechou com estoque negativo de 14.345 vagas de trabalho, em função do ciclo econômico do Estado, quando as indústrias reduzem a produção. Nesse mesmo período ocorre a  entressafra agrícola o que também contribui para o saldo negativo no mês de dezembro.

Comunicação Setorial – Segplan

Fonte: Goiás Agora


Goiânia tem a bandeira do Brasil mais alta do mundo no topo de um edifício



Hasteada no alto do Órion Business & Health Complex, o prédio mais alto do Brasil com 191,48 metros de altura, essa bandeira pode ser vista de diferentes pontos da cidade

A bandeira do Brasil, o mais conhecido entre os cinco símbolos nacionais que incluem o hino nacional, laço nacional, selo nacional e o brasão das armas, completa 128 anos neste domingo (19). A proximidade da data com a da proclamação da República (15 de novembro) não acontece por acaso. Assim que o império foi destituído, em 1889, o então presidente Marechal Deodoro da Fonseca publicou um decreto oficializando o desenho da flâmula que continua praticamente o mesmo. Só foram aumentados, em 1992, o número de estrelas para ficar condizente com o atual número de unidades federativas. Passou de 21 para 27 estrelas.

Bonita, colorida e alegre, a bandeira nacional representa o orgulho de pertencer à nação brasileira e é usada manifestações patrióticas oficiais e particulares. As cores oficiais da bandeira brasileira são o verde, amarelo, azul e branco, com a frase "Ordem e Progresso". Originalmente, simbolizavam as cores das casas reais da família de D. Pedro I, sendo o verde a cor símbolo da casa real dos Bragança e o amarelo da casa real dos Habsburgo. No entanto, ao longo dos anos os brasileiros associaram outros significados para cada uma das cores: "branco", significa o desejo pela paz; "azul", simboliza o céu e os rios brasileiros; "amarelo", simboliza as riquezas do País; e "verde", simboliza as matas (a rica floresta brasileira). A frase "Ordem e Progresso" foi baseada nos estudos do filosofo francês fundador do positivismo, Augusto Comte. No dia 11 de maio de 1992 a bandeira brasileira passou a ter 27 estrelas (formato atual), inserindo os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia. 

Um dos casos mais recentes de uso privado é o do Órion Business & Health Complex, o edifício mais alto do Brasil já concluído, que possui 191,48 metros de altura. Há menos de um mês o prédio passou a  ostentar a bandeira do Brasil, que pode ser vista a mais de 10 quilômetros de distância, de diferentes pontos da cidade como o Aeroporto de Goiânia, o Morro do Além, o campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG) e o Jardim Goiás. A bandeira, que tem 5,85m altura por 8,35m largura, fica no topo do arranha-céu. Lá do alto, é possível avistar a cidade a até cerca de 30 quilômetros de distância.

Segundo o diretor da FR Incorporadora, uma das quatro empresas do consórcio responsável pelo empreendimento, João Artur Rassi, a bandeira do Órion é “a bandeira do Brasil permanente mais alta no topo de um edifício (em relação ao solo) em todo o mundo”. O empresário destaca ainda que a iniciativa de colocar uma bandeira no topo do edifício do Brasil sempre foi a de “mostrar que temos orgulho de ser brasileiro e que continuamos acreditando e investindo no País”.

Leis e normas
Para seguir a Lei nº 5.700, de 1 de setembro de 1971, que trata da apresentação e uso dos símbolos nacionais, e as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) sobre fabricação da bandeira, o Órion encomendou exemplares a uma empresa especializada e homologada na fabricação de bandeiras oficiais. “Inicialmente compramos três para termos reposição em estoque”, contou o também sócio do empreendimento, Frank Guimarães Vaz de Campos.

Símbolo de inovação tecnológica, o Órion Business & Health Complex também traz novidades no sistema de subida da bandeira nacional, que é automatizado e tem elevação e descida acionada remotamente. “O mastro da bandeira permite que ela gire livremente em 360 graus, conforme a direção do vento. O sistema da bandeira resiste a ventos de até 180 quilômetros por hora”, conta Artur Rassi.

A haste de elevação também tem um sistema de iluminação acoplado que mantém a bandeira sempre iluminada. Acima da bandeira e do sistema de mastros há um farol de iluminação para aeronaves em cor branca, pois tem mais de 150 metros de altura. Abaixo de 150 metros teria de ser vermelho.



Latrocínios despencam 40,79% em 2017 e todas modalidades criminais caem no estado


O relatório de ocorrências reativas de 2017 confirma queda na criminalidade em Goiás. A divulgação feita pela Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), nesta quinta-feira, dia 02. No acumulado do ano, de janeiro a outubro, as doze modalidades criminais monitoradas pela SSPAP cederam em relação ao mesmo período do ano passado. Os latrocínios despencaram (-40,13%), nesse período. Os homicídios diminuíram (-12,29%), os estupros estão (-12,61%) menores e as tentativas de homicídios retrocederam (-22,05%).

Os roubos a transeuntes acumulam queda de (-25,97%), os roubos de veículos estão (-27,51%) abaixo do registrado neste período do ano passado, e os roubos em comércios e residências caíram (-33,75%) e (-21,57%), respectivamente.

Em relação ao ano passado, os furtos de veículos recuaram (-14,96%), furtos em comércios (-15,36%), furtos a transeuntes (-22,18%) e furtos em residências (-3,27%).

Outubro

Em outubro, comparado com igual período do ano passado, houve queda em onze das 12 modalidades consideradas de alta prioridade pelas autoridades de segurança pública.

No mês passado, os homicídios registraram queda de (-12,39%) em comparação ao mesmo período de 2016. Os latrocínios recuaram 16,67%, enquanto as tentativas de homicídios regrediram (-16,88%). Os estupros oscilaram positivamente em 4,62%.

De acordo com os dados, a categoria dos roubos apresentou as quedas mais significativas. Os roubos a transeuntes encolheram (-38,9%), roubos em comércio (-40,06%), roubos de veículos (-33,45%) e roubos em residências (-25%).

Os furtos no estado também ficaram menores em outubro. O crime praticado contra comércios caiu (-24,78%), em residências (-16,08%), a transeuntes (-14,24%) e de veículos (-6,18%).

 as modalidades de roubos registraram forte redução na capital. O recuo dos roubos a transeuntes atingiu (-44,11%), os roubos de veículos caíram (-38,19%), roubos em comércios (-37,54%) e roubos em residências (-45,11%). Os furtos em comércios, em residências e a transeuntes recuaram, pela ordem, em (-19,84%), (-14,40%) e (-13,57%). Já os furtos de veículos caíram (-1,22%).

No acumulado dos dez meses de 2017, as doze naturezas de crimes reativos pesquisados tiveram declínio em Goiânia. Os homicídios regrediram (-13,39%), os estupros (-28,79%), tentativas de homicídios (-30,82%), latrocínios (-15,63%), roubos a transeuntes (-27,81%), roubos de veículos (-35,53%), roubos em comércios (-41,63%), roubos em residências (-29,16%), furtos de veículos (-21,32%), furtos em comércios (-25,26%), furtos em residências (-2,43%) e furtos a transeuntes (-21,17%).

Em Aparecida de Goiânia, roubos a transeuntes caíram 44,08%

Dez das 12 ocorrências reativas tiveram queda no mês passado em Aparecida de Goiânia. Os estupros diminuíram (-41,67%), as tentativas de homicídios (-45,00%), roubos a transeuntes (-44,08%), roubos de veículos (-33,15%), roubos em comércios (-26,92%), roubos em residências (-21,31%), furtos em comércios (-19,44%), furtos em residências (-24,39%) e furtos a transeuntes (-17,32%). Os homicídios e os furtos de veículos mostraram crescimento de 25% e 2,33%, respectivamente.

No ano, o município contabiliza queda de (-20,09%) nos homicídios, de (-19,67%) nos estupros, de (-40,70%) nas tentativas de homicídios, de (-60%) nos latrocínios, de (-21,58%) nos roubos a transeuntes, de (-21,97%) nos roubos de veículos, de (-17,57%) nos roubos em comércios, de (-0,22%) nos roubos em residências, de (-38,22%) nos furtos em comércios, de (-4,76%) nos furtos em residências, e de (-16,61%) nos furtos a transeuntes. Apenas os furtos de veículos aparecem com alta de 3,33%.

No ano, Entorno do DF acumula queda em todas as ocorrências reativas

Todas as 12 modalidades de crimes tratadas como de alta prioridade pelos órgãos de segurança pública estão em queda no Entorno do Distrito Federal, quando confrontados os números dos dez meses de 2017 com este período de 2016.

Os índices apurados entre janeiro e outubro mostraram as seguintes retrações: homicídios (-20,79%), estupros (-10,81%), tentativas de homicídios (-31,45%), latrocínios (-28,95%), roubos a transeuntes (-24,11%), roubos de veículos (-26,05%), roubos em comércios (-18,80%), roubos em residências (-18,48%), furtos de veículos (-8,10%), furtos em comércios (-12,04%), furtos em residências (-8,77%) e furtos a transeuntes (-42,91%).

Em outubro, a redução atingiu onze naturezas criminais na região. Os homicídios, estupros e tentativas de homicídios encolheram (-15,79%), (-10,53%) e (-38,75%), nessa ordem. Os roubos a transeuntes regrediram (-27,59), roubos de veículos (-46,33%), roubos em comércios (-47,47%) e roubos em residências (-1,75%).

Todos os índices das modalidades de furtos também encolheram: furtos de veículos (-8,89%), em comércios (-13,59%), em residências (-7,16%) e a transeuntes (-40,82%). Os latrocínios evoluíram 66,67%.

Anápolis reduz em 50% os roubos praticados contra comércio

Situada entre a capital goiana e a capital federal, Anápolis conseguiu, em outubro, redução em cinco modalidades criminais. Quatro mantiveram-se estáveis e outros três cresceram em relação a outubro do ano passado. Apresentaram reduções os roubos a transeuntes (-36,14%), roubos em comércios (-50%), furtos de veículos (-35,29%), furtos em comércios (-27,91%) e furtos em residências que caíram (-27,74%). As tentativas de homicídios aumentaram em 16,67%, os roubos de veículos em 13,33% e roubos em residências 20%.

No ano, entretanto, o município obteve redução em nove das doze modalidades monitoradas. Os estupros diminuíram (-62,96%), as tentativas de homicídios (-14,29%), roubos a transeuntes (-29,21%), roubos de veículos (-27,42%), roubos em comércios (-62,50%), roubos em residências (-22,70%), furtos de veículos (-12,25%), furtos em comércios (-14,18%) e furtos em residências (-0,08%). Homicídios, com 5,11%, latrocínios, 16,67%, e furtos em residências, 1,78%, são as modalidades que evoluíram em relação ao ano passado.

Comunicação Setorial Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP)

Fonte: Goiás Agora