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Goiás apresenta projeto do trem-bala Goiânia-Brasília a investidores espanhóis


O governador Marconi Perillo apresentou na manhã desta segunda-feira, dia 23, para investidores da Espanha o projeto do trem de alta velocidade Goiânia-Brasília, durante reunião na Confederação Espanhola de Organizações Empresariais (CEOE), em Madrid. Acompanhado do presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, Marconi demonstrou a viabilidade econômica do projeto, destacando que o trem vai atravessar, entre Goiás e o Distrito Federal, uma região formada por 10 milhões de consumidores, com taxas de crescimento acima da média do Brasil.

Representantes dos governos do Brasil e da Espanha endossaram a apresentação do governador e do presidente da ANTT, destacando que o país europeu vem fazendo grandes investimentos em suas linhas de trem de alta velocidade e que a linha Goiânia-Brasília, com 200 quilômetros de extensão, é uma excelente oportunidade de investimento. Marconi disse que a meta é licitar o projeto executivo do trem já em novembro deste ano e a obra de implantação em 2018. A ANTT já concluiu o Estudo de Viabilidade Econômica e Ambiental (EVTEA) e estima em R$ 9,5 bilhões o investimento total de implantação do trem, que terá seis estações (Brasília, Samambaia, Alexânia, Abadiânia, Anápolis e Goiânia).

“O trem Goiânia-Brasília será o primeiro de alta velocidade ligando duas capitais brasileiras, englobando uma região formada por 10 milhões de consumidores, que cresce acima da média do País e tem potencial para se desenvolver ainda mais nos próximos anos”, disse Marconi durante a reunião de trabalho na CEOE. “Em 2018 o projeto poderá ser licitado e as obras serão iniciadas”, disse. O governador destacou a parceria entre o Governo de Goiás e a ANTT e afirmou que o EVTEA é resultado de um minucioso estudo sobre a viabilidade econômico-financeira do trem.

O presidente da ANTT, Jorge Bastos, disse que o encontro com os investidores espanhóis deixou claro o interesse do país europeu pelo projeto do trem de passageiros. “As nossas expectativas são as melhores possíveis. O governo espanhol, na Europa, foi o último a investir muito na tecnologia de alta velocidade e eles têm uma expertise muito grande no setor”, disse. “Os investimentos aqui na Espanha já se reduziram, eles já fizeram a maior parte desses investimentos, então o momento é muito propício para a apresentação do projeto brasileiro”, disse.

Os resultados da gestão do governador Marconi Perillo em Goiás foram citados pelas autoridades brasileiras presentes no encontro na CEOE para reforçar a confiabilidade da proposta de parceria para a implantação do trem, com participação do governo do Distrito Federal. O embaixador do Brasil na Espanha, Antônio Simões, destacou trabalho de Marconi e afirmou que os planos executados pelo governador foram fundamentais para movimentar a economia do Estado.

“O governador Marconi Perillo está em seu quarto mandato e liderou uma série de planos e ações que mudaram a economia de Goiás”, disse o embaixador, destacando as taxas de crescimento da economia goiana nas gestões do governador. Segundo o embaixador, a ação do governo estadual sob o comando de Marconi mostra “o apoio contínuo da administração para o desenvolvimento de todos os setores”.

O presidente da Câmara de Comércio Brasil-Espanha, José Gasset, disse que o governador Marconi Perillo é “um amigo do governo da Espanha” e “um grande conhecedor do Brasil, de suas potencialidades e desafios”. Gasset destacou que a economia brasileira está em recuperação e que Goiás “é um Estado com excelentes oportunidades de investimentos para os investidores espanhóis interessados em ampliar seus investimentos na América Latina e no Brasil.

O vice-presidente da Comissão de Relações Internacionais da CEOE, Julian Nuñes, destacou as potencialidades da economia de Goiás. “O PIB de Goiás apresenta uma taxa de crescimento acima da média do Brasil. No último trimestre, o Produto Interno Bruto de Goiás cresceu quatro vezes mais que o nacional, confirmando a tendência de forte expansão da economia do Estado”, disse Gasset.

O custo para a implantação do trem Goiânia-Brasília é de R$ 9,5 bilhões, dos quais, segundo o EVTEA, R$ 7,5 bilhões virão da iniciativa privada e R$ 2 bilhões serão divididos entre os Governos de Goiás, do Distrito Federal e da União. Para esse estudo de viabilidade, a modalidade de contrato é uma Parceria Público-Privada (PPP) com o período de concessão de 33 anos, sendo que as obras ocorrerão nos três primeiros anos e a operação nos 30 anos seguintes.

Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás



Presidente Temer pede a Marconi que coordene projeto do trem Goiânia-Brasília


A consolidação da ligação ferroviária entre Brasília e Goiânia, um projeto sonhado e defendido pelo governador Marconi Perillo desde o seu primeiro mandato, ganhou mais um capítulo na tarde desta segunda-feira, dia 20. Acompanhado do senador Wilder Morais, do deputado federal Alexandre Baldy e do secretário Extraordinário e suplente de deputado federal Sandes Júnior, o governador conversou por mais de meia hora com o ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, no quarto andar do Palácio do Planalto. Ao encontro compareceu também o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT -, Jorge Bastos.

Marconi levou ao ministro o EVETEA – Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental, que recebeu da ANTT há menos de um mês. O projeto vem com um completo estudo sobre o cronograma da obra, inclusive com a engenharia financeira. “É preciso destacar a importância do ministro Moreira Franco, que é o coordenador dos programas de investimentos e concessões do Governo Federal. Assim como é preciso que se reconheça a importância do presidente da ANTT, que é a área reguladora de todo transporte terrestre brasileiro e também a atuação decisiva do Dr. Bernardo Figueiredo, que já foi presidente da Empresa Brasileira de Logística e presidente da ANTT, e o responsável pelo aprimoramento do projeto”, declarou o governador.

Ele voltou a destacar um aspecto do projeto que considera importante: “Por essa engenharia, os governos terão que colocar muito pouco recurso”. Disse que já existem investidores interessados. “O Brasil está retomando a confiança do mercado externo, dos investidores internacionais. Existem investidores chineses, fundos soberanos de várias partes do mundo, também interessados”, informou.

Animado para coordenar todo o processo, Marconi disse que já solicitou e contará com a ajuda do senador Wilder e do deputado Baldy. “Eles estão muito ligados ao ministro Moreira Franco. Dispõem de equipes muito competentes. Ambos são do setor econômico. Eu quero dizer que estou satisfeito. Houve um forte interesse da parte do Governo Federal e do ministro Moreira Franco”, salientou.

Alexandre Baldy analisou ser “muito importante que ainda neste ano haja a concessão. Segundo ele, “o ministro Moreira Franco solicitou ao governador que liderasse esse processo para que ele seja simplificado e para que, efetivamente, esse sonho para os goianos se torne uma realidade”.

O parlamentar considera que o trem Brasília-Goiânia significará também um marco da administração do presidente Michel Temer. “Esperamos que no máximo em seis meses essa concessão seja colocada aos investidores”, previu.

Para o senador Wilder Moraes, o trem significará mais um impulso para o desenvolvimento de Goiás. “O Governo Federal, por intermédio do ministro Moreira Franco, demonstrou seu interesse nessa conquista. O governador, eu, o deputado Baldy e o deputado Sandes vamos trabalhar na preparação da estruturação jurídica desse processo. Isso vai facilitar os trâmites legais para que a obra seja iniciada o mais rápido possível. Ao invés de envolver o Governo Federal, os governos de Brasília e de Goiás, vamos simplificar tudo isso deixando esse processo sob a liderança do governador Marconi”, explicou.

Também bastante animado com a receptividade do ministro ao projeto, Sandes Júnior declarou que o governador Marconi é empreendedor de fato. “Esse projeto é um sonho que tem começo, meio e fim. O governador está aqui dando um passo decisivo para viabilizar essa grande obra para todos os goianos e os brasileiros”, comentou.

Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás

Fonte: Goiás Agora


ANTT recebe contribuições para análise de criação de linha de trem entre Goiânia e Brasília


A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizará uma tomada de subsídio com o objetivo de obter informações para o aprimoramento do estudo de viabilidade do trem de passageiros no trecho Brasília-Anápolis-Goiânia.

De acordo com aviso publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, 10, os interessados poderão enviar contribuições a partir desta terça-feira, 10, até 27 de janeiro.

Em junho do ano passado, a agência divulgou estudos sobre o projeto que previam, no primeiro ano de operação, mais de 40 milhões de passageiros transportados em uma velocidade de até 160 km/h.

A viagem entre Brasília e Goiânia levará 95 minutos e a previsão é de que o projeto seja feito por concessão à iniciativa privada.

Fonte: Istoé


Projeto de trem Brasília-Goiânia prevê viagem em 95 minutos por R$ 60


Estudos de viabilidade foram concluídos; não há data para lançar licitação. Obra deve custar R$ 7 bilhões em capital público e privadoe durar três anos

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou, nesta quinta-feira (2), os estudos de viabilidade de uma nova ferrovia que pode ligar Brasília e Goiânia até o fim de 2020. Otimista, o documento prevê mais de 40 milhões de passageiros transportados no primeiro ano de operação. O custo total do projeto, apelidado na região de "Transpequi", deve atingir R$ 7 bilhões.

O percurso de 207 quilômetros seria percorrido a uma velocidade média de 160 km/h, ao custo de R$ 60. O preço é similar ao praticado pelas empresas de ônibus em viagens expressas, e cerca de 50% mais alto que a passagem de viagens paradoras.

Pesquisa feita pelo G1 no site das principais companhias aéreas, na noite desta sexta (3), apontou tíquetes com valores entre R$ 291 e R$ 2,5 mil. A viagem entre Brasília e Goiânia, hoje, leva de 45 minutos (em voo direto, descontado o tempo no aeroporto) a 4 horas (de ônibus, com paradas, sem trânsito).

O estudo da ANTT custou R$ 5,5 milhões, parcialmente custeados por um contrato com o Banco Mundial, e aponta viabilidade técnica, econômica, socioambiental a jurídico-legal para o projeto. Os R$ 7 bilhões serão repartidos entre os governos federal, do Distrito Federal, de Goiás e parceiros privados.

O formato da parceria será definido nos próximos meses. Antes, a ANTT deve promover duas reuniões com investidores para sentir "o risco e o apetite" do mercado, nas palavras do gerente de Regulação e Outorga da agência, Juliano Samor. Os encontros acontecem até o fim do mês, em Brasília e Goiânia.

"Para projetos dessa grandeza, é normal que o governo precise investir. Mesmo assim, é um projeto interessante do ponto de vista econômico e social. Os estudos indicam que há viabilidade econômica, que ele pode ser interessante aos olhos do investidor", diz Samor. Segundo ele, não há previsão de "segurar" a licitação até que a situação econômica do país melhore.

O investimento governamental, segundo Samor, não precisa ser apresentando na forma de dinheiro vivo. Como alternativa, o poder público pode abrir mão de impostos, conceder benefícios ou facilitar a transferência dos terrenos, por exemplo. O estudo apresentado pela ANTT sugere um prazo de concessão de 30 anos, renováveis por igual período.
Trajeto

O projeto em análise pela ANTT e pelos governos locais prevê estações em Goiânia, Anápolis, Santo Antônio do Descoberto, Águas Lindas e Brasília. A ideia é reformar e revitalizar a Rodoferroviária, que deixou de receber transporte de passageiros e, hoje, abriga apenas órgãos administrativos do governo.

Os técnicos estudam a possibilidade de uma sexta estação em Ceilândia,mas o local exato ainda não foi definido. A ferrovia será construída "do zero", sem aproveitar nenhum trecho de linha férrea que já exista na região.

O projeto inicial previa o compartilhamento dos trilhos entre vagões de passageiros e composições de carga, como forma de ajudar a escoar a produção agrícola da área, mas a ideia foi abandonada "por enquanto". O mesmo aconteceu com as intenções de instalar um Trem de Alta Velocidade (TAV), termo que define viagens a mais de 260 km/h.

Detalhes técnicos dos vagões serão definidos mais claramente na licitação, mas a ANTT diz que o conforto proporcionado aos passageiros e a performance das máquinas serão "similares aos dos trens da Europa".

Fonte: G1 Goiás


Transpequi. Chineses querem colocar nos trilhos o trem que vai ligar Brasília a Goiânia


Eles prometeram concluir os estudos para implementar projeto até maio próximo. A intenção foi apresentada ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, durante sua passagem pela China

Os chineses pediram ao governo federal que lance Procedimentos de Manifestação de Interesse (PMIs) para duas linhas de trens de passageiros. A primeira, ligando Campinas (SP), São Paulo e o Rio de Janeiro – o mesmo trajeto do esquecido trem-bala. A segunda ligaria Brasília a Goiânia, batizado de “Transpequi”, numa referência ao pequi, fruto do cerrado muito consumido na região.

Há sérias dúvidas sobre a viabilidade econômica de ambos os projetos. Mas isso não parece intimidar os chineses, que também estão estudando a Ferrovia Bioceânica, ligando Campinorte (GO) à fronteira com o Peru, para chegar ao Pacífico. Os chineses prometeram concluir os estudos até maio próximo. O pedido de lançar PMIs foi apresentado ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, durante sua passagem pela China, em fevereiro.

O PMI funciona como um “concurso de ideias”. Por meio de um convite público, o governo pede que empresas proponham soluções para um determinado plano, baseadas em estudos preliminares. O PMI não define o projeto final, mas ajuda os governos a começarem obras de grande porte com informações técnicas, que permitem, entre outras coisas, melhorar a aplicação dos recursos públicos, assim como sinaliza quais estudos devem ser feitos com mais aprofundamento.

Reunião com a ANTT

O trem ligando Brasília à capital Goiânia foi tema de uma reunião entre o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), com o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Luiz Macedo Bastos, na semana passada.

O custo total do empreendimento, segundo Perillo, seria de R$ 4,5 bilhões. Para colocar o projeto nos trilhos, seria lançada uma parceria público privada (PPP). O governador de Goiás disse que o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (Evtea) está pronto.

A proposta inicial previa um orçamento de R$ 9 bilhões para o projeto. Mas foram eliminados alguns ramais e retirado o transporte de cargas pesadas, o que reduziu o valor pela metade.

A ideia inicial é que metade da obra seja bancada pela iniciativa privada e a outra metade seria paga pelos governos com dinheiro arrecadado com imóveis destinados a empreendimentos que seriam instalados à margem do trajeto do trem. (Com informações da Agência Estado e G1.

Fonte: Metropoli


Expresso Pequi: TAV entre Goiânia e Brasília está com projeto concluído


Diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Jorge Bastos, diz ao governador Marconi Perillo (PSDB) que Expresso Pequi pode sair em até seis meses

O governador Marconi Perillo (PSDB) se reuniu nesta quinta-feira (3/3) com o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos. De acordo com o titular do órgão federal, o edital para formação da Parceria Público Privada (PPP) do Trem Pequi depende apenas da autorização da presidente Dilma Rousseff (PT).

“O diretor-geral nos garantiu que em seis meses, se a presidente autorizar, será licitada a PPP”, afirmou o tucano. Marconi informou que o projeto de construção da linha para o trem de passageiros entre Goiânia e Brasília, com Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (Evetea) está pronto.

A agenda do governador em Brasília nesta quinta-feira incluiu reunião na Embaixada da Espanha e ministérios da Fazenda e dos Transportes. O tucano mostrou confiança no projeto do Expresso Pequi sair do papel.

O novo projeto eliminará trens de carga e ramais em cidades como Águas Lindas e Luziânia para reduzir o valor de cerca de R$ 9 bilhões para pouco mais de R$ 4,5 bilhões, informou o governador. De acordo com Marconi, a PPP prevê investimentos dos governos federal, goiano e do DF em conjunto com a iniciativa privada.

Embaixada da Espanha

Na Embaixada da Espanha, ao lado da secretária estadual da Fazenda, Ana Carla Abrão, e do presidente da Goiás Parcerias, Cyro Miranda, o tucano participou de nova rodada de apresentação das potencialidades de Goiás a empresários espanhóis. Em outubro de 2015, uma comitiva liderada por Marconi visitou a Espanha para atrair investimentos para o Estado.

Já no Ministério dos Transportes, com o ministro Antônio Carlos Rodrigues, os temas discutidos, entre eles a conclusão das obras da BR-070, no trecho entre Cocalzinho e Itaguari, e o término do anel viário de Goiânia, estiveram na pauta de hoje.

Marconi pediu ao ministro que inclua as obras concluídas do Anel Viário no edital de licitação de concessão da BR-060. “Houve muito boa vontade na agilização desses projetos”, destacou o tucano.

A construção do desvio da BR-153, saindo de Hidrolândia rumo a Anápolis, foi discutida. A intenção é descongestionar o trânsito no perímetro urbano da rodovia em Goiânia. Participaram o secretário Vilmar Rocha (Secima), e o presidente da Valec, Mário Rodrigues Júnior, com quem Marconi discutiu o projeto da ferrovia Leste-Oeste.

Outro compromisso

A agenda oficial em Brasília foi encerrada no Ministério da Fazenda, onde Marconi e o ministro Nelson Barbosa discutiram o alongamento das dívidas dos Estados. Barbosa disse que algumas condicionantes devem ser incluídas no projeto de lei a ser enviado ao Congresso. Os governadores abordarão o tema com a presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira (4), às 15 horas, no Palácio do Planalto.

As divergências em relação à posição dos governadores sobre algumas dessas condicionantes serão abordadas, informou Marconi, como o caso os governadores do Nordeste, que defendem medidas mais brandas. O tucano quer termos mais rígidos.

O governador afirmou que defenderá o corte de gastos com comissionados e a aprovação da reforma tributária. “Não é decisão de apenas um governador. Nós queremos convergir com o governo federal na tese do alongamento das dividas”, lembrou Marconi.

A senadora Lúcia Vânia (PSB) acompanhou o governador na reunião com o ministro da Fazenda, na qual também estava Ana Carla Abrão. Lúcia Vânia disse não ser difícil encontrar uma equação benéfica aos Estados. “Eles ganham com a flexibilidade da dívida, e podem recuperar a capacidade de investimentos”, pontuou a senadora. (Com informações do gabinete de imprensa)

Fonte: Jornal Opção



Trem-bala entre Brasília e Goiânia terá recursos privados e só sai depois de 2017


Parceria público-privada foi anunciada por governos do DF e de Goiás. Custo é de R$ 7 bilhões

O governo do Distrito Federal anunciou nesta quinta-feira (10) que a execução do trem-bala que deve ligar Brasília a Goiânia será por meio de uma parceria público privada. Um estudo de viabilidade foi apresentado e o modelo de financiamento das obras será formulado pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestre) e levado aos governos distrital e estadual (de Goiás) e ao governo federal.

Na época em que foi anunciado em 2012, a promessa era de que o trem de alta velocidade que ligará Brasília a Anápolis e Goiânia seria inaugurado em 2017.

Com inauguração anunciada para 2017, obra de trem que liga Brasília a Goiânia ainda nem saiu do papel

Os governadores de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e de Goiás, Marconi Perillo, estiveram na apresentação nesta quinta. Mas, para que o projeto seja concluído ainda falta tempo, disse o governador do DF.

— Dando tudo certo, deve ser para 2017.

Segundo o estudo, serão necessários cerca de R$ 7 bilhões para executar o projeto. Os recursos virão dos governos federal, estadual e distrital e da iniciativa privada.

O documento apresentado detalha informações como número de passageiros a serem atendidos, possíveis valores para tarifa e tamanho de cada uma das cinco estações. Inicialmente, estavam previstos três pontos de embarque e desembarque: em Brasília, Anápolis e Goiânia.

No entanto, a análise, contratada em maio de 2013 pela ANTT, mostrou a necessidade de outras duas paradas, devido à demanda — uma em Santo Antônio do Descoberto e outra em Águas Lindas, ambos municípios goianos.

Fonte: R7



Trem Brasília-Goiânia atrai 41 propostas para estudo de viabilidade




BRASÍLIA - A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que recebeu documentação de 41 consórcios interessados na realização de estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) para implantação do trem de carga e de passageiros entre as cidades de Brasília, Anápolis e Goiânia.

Entre os grupos que manifestaram interesse em realizar o estudo estão 23 consórcios liderados por empresas brasileiras e 18 liderados por empresas estrangeiras, informou a agência.

Entre esses interessados serão selecionados seis consórcios para os quais será solicitada a apresentação de proposta técnica e de preço para a realização do estudo. Uma proposta será selecionada. A assinatura do contrato com o consórcio vencedor está prevista para março do ano que vem, quando terão início os levantamentos técnicos.

Fonte: Valor Econômico S.A

Consórcios manifestam interesse no estudo de trem Brasília-Goiânia



Em resposta ao aviso de manifestação de interesse com relação à realização de estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental – EVTEA - para o transporte ferroviário de passageiros e de cargas no eixo Brasília-Anápolis-Goiânia, a ANTT recebeu documentação de 41 consórcios interessados.

Entre os grupos que manifestaram interesse em realizar o estudo se incluem 23 consórcios liderados por empresas brasileiras e 18 liderados por empresas estrangeiras.

Desses interessados serão selecionados seis consórcios para os quais será solicitada a apresentação de proposta técnica e de preço para a realização do referido EVTEA, das quais uma será selecionada.

A assinatura do contrato com o consórcio vencedor está prevista para março do ano que vem, quando então terão início os trabalhos referentes aos estudos de viabilidade da ferrovia.

Fonte: ANTT