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Yellow retira bicicletas e patinetes de Goiânia e outras 13 cidades


Falta de capital afetou operação

Criada há um ano, a partir da fusão da mexicana Grin com a brasileira Yellow, a startup de mobilidade Grow nasceu já com a expectativa de se tornar rapidamente um "unicórnio" - como são conhecidas as empresas de tecnologia avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão. Mas a ambição não se concretizou.

A empresa de aluguel de bicicletas e patinetes sofreu nos últimos meses com falta de capital, disputas de poder, questões regulatórias e o alto custo das viagens em patinetes, apurou o jornal O Estado de São Paulo. Esses fatores levaram o negócio a não cumprir a promessa de revolucionar o transporte urbano.

Para sobreviver, agora a Grow irá no caminho contrário a que as startups estão acostumadas: dará uma freada brusca na operação. Nessa quarta-feira, 22, a startup começou a recolher seus patinetes em 14 cidades do País - agora, vai passar a operar só em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Já o compartilhamento de bicicletas será interrompido em todo o País, para "checagem das condições de operação e segurança". Em nota, a Grow confirmou que fará demissões, embora tenha negado a revelar o número ao jornal O Estado de São Paulo, citando "razões estratégicas". O anúncio do freio nas operações da Grow é o segundo baque no mercado de micromobilidade no Brasil - há duas semanas, a americana Lime deixou de oferecer patinetes na América Latina.

Tropeços
Segundo pessoas próximas à Grow, a falta de capital afetou a saúde da empresa. Em 2019, havia expectativa de uma nova rodada de aportes - em abril, o jornal O Estado de São Paulo chegou a noticiar que a startup negociava investimentos de US$ 150 milhões liderados pelo grupo japonês SoftBank. A negociação não foi adiante, e a Grow ficou com o caixa prejudicado. Procurado, o SoftBank não comentou.

Pesou também a divisão entre os sócios brasileiros e mexicanos: desde o início, a Grin apostava nos patinetes. Já a Yellow via as bicicletas, de preços mais acessíveis, como porta de entrada de novos usuários. Havia uma questão estratégica: cofundador da Yellow, Eduardo Musa, foi presidente da Caloi. Os outros dois cofundadores da brasileira, Renato Freitas e Ariel Lambrecht, também fundaram a 99, primeira startup brasileira a se tornar unicórnio.

A queda de braço entre brasileiros e mexicanos foi vencida pela ala da Grin, com maior poder no conselho de administração após a fusão. Essas disputas internas teriam prejudicado o foco no negócio e levado Lambrecht a se afastar do dia a dia da empresa. A assessoria de imprensa da Grow disse que o executivo é apenas "fundador e acionista" da companhia. Assim, toda a ala da Yellow deixou a operação - Freitas e Musa já não são sócios da empresa desde 2019. Em nota, a startup afirmou que a reestruturação "não se baseou em questões de liderança."

Dificuldades
Segundo fontes, houve também vários erros operacionais. O custo das corridas em patinetes - de R$ 8 para cada dez minutos - seria considerado alto pelos clientes. A expansão acelerada, de 4 para 17 municípios em apenas um ano, também não teria levado em consideração as particularidades de cada local. A falta de resistência e a difícil manutenção dos patinetes e das bicicletas, que têm muitas peças importadas, agravaram a situação.

Aposta para reduzir problemas e baratear a operação, a fábrica de bicicletas e patinetes na Zona Franca de Manaus não saiu do papel - o plano era entregar as primeiras unidades ainda no início de 2020. Questionada, a Grow disse que ainda avalia como seguirá com o projeto. Por fim, a falta de regulamentação sobre o uso de patinetes e a falta de diálogo entre autoridades e startups levou à apreensão de patinetes na capital paulista, em julho. (Agência Estado)

Fonte: A Redação

Prefeitura planta 150 mudas de Ipê no Jardim Novo Mundo


Trabalho executado pela Comurg faz parte do plano de substituição gradativa dos jamelões

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Companhia de Urbanização (Comurg), realizou o plantio de 150 mudas de Ipês no canteiro central da Avenida New York, no Jardim Novo Mundo. As mudas foram inseridas entre as 120 unidades de jamelões que serão retirados assim que os Ipês alcançarem um tamanho maior.

De acordo com o presidente da companhia, Aristóteles de Paula, a medida faz parte de um plano preventivo da Comurg e Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA) para substituição gradativa de todos jamelões da cidade. As mudas de Ipês direcionadas para a Avenida New York foram produzidas no Viveiro Redenção, têm dois metros de altura e cores variadas. 

Desde o início do ano, a Comurg já fez a retirada de jamelões de avenidas como a Fued José Sebba, no Jardim Goiás; Ipanema, Jardim Atlântico; T-63, no Parque Anhanguera; Engenheiro Atílio Correia Lima, Cidade Jardim; Gercina Borges Teixeira, Vera Cruz II; Nazareno Roriz, Vila Aurora e outros. Em toda cidade, mais de dez mil espécies de árvores foram plantadas nos canteiros e logradouros públicos somente neste ano.

Os jamelões estão presentes em aproximadamente 50 vias da cidade. As árvores foram plantadas há mais de 20 anos e causam diversos danos, especialmente aos motociclistas, devido aos frutos que caem nas vias e provocam escorregões. Os locais com maior concentração destas árvores são: Jardim Guanabara, Jardim Presidente, Jardim Planalto, Cidade Jardim, Jardim Novo Mundo, Parque Amazônia, Jardim Atlântico, Vila Pedroso, Jardim Curitiba e Jardim Liberdade. 

A substituição vem ocorrendo e respeita a necessidade de fazer o plantio de outras espécies nos locais. Mais de 20 tipos de árvores foram pré-selecionadas e estão nos viveiros municipais aguardando para serem plantadas, respeitando as características de cada região.

Hacksa Oliveira, da editoria de Urbanização 
Foto: Jackson Rodrigues


Prefeitura entrega revitalização da Rua do Lazer neste sábado (19/10)


Intuito é que rua restrita para pedestres volte a ser espaço de convivência da população, com locais destinados a cultura e esporte

A Prefeitura de Goiânia entrega neste sábado (19/10), às 10 horas, a revitalização da Rua do Lazer, com novos equipamentos, mobiliário urbano e espaços destinados para apresentações culturais e prática de esportes. A ação integra a política de resgate do patrimônio histórico e cultural da capital. A via passou por um processo de reforma geral, que contemplou a instalação de novos sistema de drenagem, calçamento seguindo as regras de acessibilidade, paisagismo e quiosques. 

Os dois becos que compõem o espaço também foram revitalizados. “Todas essas intervenções foram realizadas com um único intuito: fazer com o que o local volte a se tornar espaço de convivência e lazer para as famílias goianienses, como foi idealizada no início”, afirma o secretário de planejamento urbano e habitação, Henrique Alves.

Além dos investimentos infraestruturais realizados, a Rua do Lazer será o primeiro espaço público a receber o novo sistema de monitoramento por câmeras que será instalado pela Prefeitura na capital. Ao todo serão instaladas no local quatro câmeras de monitoramento 24 horas, dotadas de Internet das Coisas, que são sensores que coletarão informações técnicas como a qualidade do ar e a temperatura. Os dados subsidiarão a gestão em estudos e ações.

Eventos

Para a inauguração, a Prefeitura prepara uma série de eventos que buscam demonstrar como o novo espaço foi pensado e deverá ser utilizado. As atividades se iniciam com a apresentação do Quinteto de Metais da Orquestra Sinfônica de Goiânia, seguido de uma apresentação de teatro da Companhia Carlos Moreira a respeito da história da capital, realizada no Beco da Cultura. Ações esportivas serão desenvolvidas no Beco do Esporte.

Outra atração será a confecção, por 145 grafiteiros de Goiânia, Anápolis e Brasília, da maior galeria a céu aberto de arte urbana na capital. “Queremos mostrar que aquele espaço é verdadeiramente da população e, uma das formas que encontramos é fazer com que eles também possam participar da revitalização desse espaço que é do povo”, afirma Henrique Alves.

A inauguração da Nova Rua do Lazer, como o espaço está sendo chamado, é a abertura oficial da semana em comemoração ao aniversário da capital, que tem uma série de programações a serem realizadas até o próximo dia 24 em comemoração aos 86 anos de Goiânia. 


Parque Mutirama reabre nesta quinta (4/7) com horários especiais


Abertura dos portões será às 10 h

O Parque Mutirama funcionará com horários especiais após receber 17.656 visitantes no sábado (29/6) e domingo (30/6), um público recorde desde a inauguração, em 1969. Os ajustes serão gradativos. Esta semana, as atividades começam na quinta-feira (4/7), com abertura dos portões às 10h e encerramento das atividades às 17h. No sábado e domingo, o horário é de 9h às 17h30.

Para a próxima semana, de acordo com a direção do Mutirama, as atividades serão retomadas mais cedo, na quarta-feira (10/07), das 10h às 17h. A partir daí, o parque manterá a rotina de fechar apenas às segundas-feiras para manutenção e limpeza, com funcionamento a partir das terças-feiras, das 10h às 17h.

O centro de lazer foi reaberto com a presença do prefeito Iris Rezende, após laudos e autorização de órgãos de controle. A diversão foi garantida pelos 18 brinquedos disponíveis, além de áreas para convívio social e de piqueniques.

“Tudo saiu conforme planejamos”, disse o presidente da Agência Municipal de Turismo, Eventos e Lazer (Agetul) Urias Júnior. “Nós vimos aqui famílias fazendo piquenique, jovens e crianças brincando, pessoas das mais diversas classes sociais com a mesma intenção, a de se divertir”, prossegue. “Essa foi a determinação do prefeito Iris, ou seja, proporcionar lazer à comunidade goianiense”, destaca.

Segundo Urias Júnior, as atividades que permitiram a volta do parque duraram um ano e sete meses. “Primeiro foi o diagnóstico, depois os reparos dos brinquedos e a revitalização do espaço, sempre com o acompanhamento do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO) e do Ministério Público”, explica ele.  

Os mais de 100 servidores do parque receberam treinamento. A qualificação inclui o funcionamento dos brinquedos e todos os protocolos de segurança. Já as atividades da Comurg incluíram ajardinamento, poda das árvores, varrição, rastelação, pintura das grades, reparos no piso paver, nas instalações, dentre outras ações de limpeza, obras e infraestrutura. Também foram inseridos nas dependências do parque 50 novas lixeiras, bancos e mesas. 

Fonte: A Redação

Presidente do Goiás dá detalhes sobre a construção da Arena da Serrinha e pede paciência ao torcedor


Em fevereiro, o Goiás anunciou o projeto para a Arena da Serrinha, com ampliação do estádio para 20 mil pessoas, com melhorias na estrutura e construção de vários novos complexos. Em entrevista à Sagres 730, o presidente Marcelo Almeida disse que o projeto ainda precisa da aprovação da prefeitura, mas que tudo está dentro do cronograma elaborado.

“O nosso projeto ficou muito bonito e foi aprovado pelo nosso Conselho. Já está dentro da prefeitura para análise. Tudo é feito por partes. Primeiro precisamos da aprovação do projeto. Se não for aprovado, não podemos dar início às obras. Segundo momento é fazer uma programação das etapas e dos custos. A gente sabe que é um estádio grandioso, consequentemente, caro também”, disse o dirigente.

No planejamento esmeraldino, em um tom otimista, as obras deverão ter início somente no fim do ano. Por conta do impacto que causará na região, que já tem um trânsito bastante denso, a prefeitura precisa aprovar o projeto ou pedir modificações em alguns termos para se adequar à realidade e necessidade do setor.

Logo após o anúncio oficial do projeto da construção da Arena da Serrinha, em fevereiro, a diretoria do Goiás encaminhou o projeto para a prefeitura, que ainda está analisando o material que foi enviado.

“O projeto da nossa arena é grandioso e complexo. Demos entrada na prefeitura e essa análise de aprovação não é feita com rapidez por conta da complexidade. Isso causa impacto no trânsito, temos de oferecer várias vagas de estacionamento. As exigências são muito rigorosas pelos nossos órgãos públicos”, garantiu.

Apesar de ainda não ter recebido o aval da prefeitura para a Serrinha, o presidente esmeraldino disse que as obras não estão paradas e que o clube ataca em outras frentes.

“A execução do projeto tem várias situações. Existe o projeto arquitetônico e, por trás dele, tem os projetos complementares, como o projeto de estrutura, cobertura, hidráulico, elétrico, etc... O projeto arquitetônico foi aprovado por nós e agora está na prefeitura para ser analisado. Mas paralelamente, estamos executando os projetos complementares, que são bem difíceis. Cada um desses projetos complementares que falei tem uma equipe de engenharia por trás disso”, explicou.

Por fim, Marcelo Almeida pediu paciência ao torcedor, mas garantiu que tem feito muito esforço para que o projeto não fique só no papel.

“É um projeto muito complexo e que demanda tempo. Peço paciência para os nossos torcedores. Só de ter tido um pontapé inicial já é uma grande vitória”, definiu o dirigente.

Fonte: Sagres

Com orçamento de R$ 400 mil, coreto da Praça Cívica passará por revitalização


Obra conta com recursos do Iphan e visa a recuperação completa do cartão-postal, como canteiros, piso, bancos e reconstituição dos adornos Um dos símbolos da memória de Goiânia, o coreto da Praça Cívica, no Centro, passará por um processo de revitalização nos próximos meses. O processo licitatório para a obra de restauração está em fase de finalização, com projeto de intervenção assinado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de Goiânia, esta responsável pelo cartão-postal.

A obra visa a recuperação completa do coreto, incluindo canteiros, serviço de drenagem, recuperação do piso, bancos em granitina, reconstituição do reboco, adornos e elementos decorativos, e por último, a pintura. A revitalização contará com recursos do próprio Iphan, atualmente uma autarquia do Ministério da Cidadania, na ordem de R$ 400 mil.

“É um belo símbolo histórico de Goiânia e precisa, mais do que nunca, de uma revitalização. Tentaremos também colocar a torre do relógio, ali ao lado, para funcionar”, explica a superintendente do Iphan em Goiás, Salma Saddi.

Ao longo dos anos, o coreto passou por diferentes modificações que acabaram transformando o seu projeto original. Em 1978, o então prefeito Hélio Mauro Humbelino Lobo fez com que a obra voltasse ao modelo arquitetônico original.

Apesar das mudanças, todas as modificações que o coreto sofreu ao longo do tempo não comprometeram as linhas principais do desenho arquitetônico inicial da capital, em art déco. Atualmente a construção tem servido como abrigo para pessoas em situação de rua.