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Ruas e canteiros de Aparecida de Goiânia recebem ciclofaixas e ciclovias dentro do projeto de Mobilidade Urbana



Condutores, ciclistas e pedestres terão melhores condições de trânsito e a garantia de acessibilidade 

Para atender as necessidades do crescimento urbano e populacional da cidade, a Prefeitura de Aparecida está implantando quilômetros de ciclovias e ciclofaixas em regiões diferentes do município. O projeto de mobilidade urbana passou por estudo técnico de engenharia e está sendo executado pelas secretarias de Infraestrutura e Mobilidade e Defesa Social, e tem como objetivo, propor aos condutores de veículos, ciclistas e pedestres, um trânsito mais seguro e acessível nas ruas da cidade.

De acordo com a Secretaria de Infraestrutura, o projeto de mobilidade urbana contempla os eixos Norte-Sul, Leste-Oeste, São João e a trincheira da Avenida São Paulo – que interligam as regiões de Aparecida. Neste pontos serão implantados cerca de 20 mil metros de ciclovia e ciclofaixas; 39 mil metros de calçadas, 31 mil metros de paisagismo; 2,5 mil metros de asfalto e recapeamento; 17.780 mil metros de meio-fio e 104 novos pontos de ônibus. As obras são parte do financiamento do Programa Pró-Transporte da Caixa Econômica Federal e União cujo investimento é de R$ 57 milhões.

“A implantação deste mega sistema de infraestrutura e mobilidade integrará a cidade, beneficiando a todos, motoristas, ciclistas e pedestres, contribuindo na promoção do desenvolvimento territorial, econômico e social de Aparecida, como também para a melhoria do bem-estar da população”, pontuou o prefeito Gustavo Mendanha, que é entusiasta da ideia de um trânsito seguro e acessível para todos.  “O número de veículos nas ruas e o índice populacional aumentou e, consequentemente, isso contribui para que novas intervenções urbanas sejam implantadas. E para atender a todos, de modo igual, a prefeitura está desenvolvendo este projeto que é estratégico, trabalhando a inclusão e propondo melhorar o trânsito para todos”, destacou ainda.

O projeto de criar ciclovias, que são os espaços destinados para os ciclistas nos canteiros de ruas e avenidas e as ciclofaixas, que são a faixa de domínio implantada na pista de rolamento, ou seja, no asfalto, atende as normas gerais e os critérios básicos da lei federal para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida. O projeto em Aparecida visa atender também uma necessidade de melhorar as condições de trânsito da cidade, proporcionando espaço adequado e seguro para todos os meios de transporte.

A obra de implantação da ciclovia/ciclofaixa está sendo realizada em etapas, começando com a demarcação de faixas, pintura de branco e vermelho, implantação da sinalização horizontal e vertical e dos tachões, no caso das ciclofaixas, separando o espaço para as bicicletas dos veículos automotores. “As intervenções que estamos fazendo estão eliminando barreiras e vão oferecer maior acessibilidade e segurança no trânsito, e isso deve ser observado pela população. Estamos modernizando as vias públicas, organizando o trânsito para que todos possam circular de modo digno e acessível e com livre circulação para todos”, pontou o superintendente de Infraestrutura, Roberto Lemos.

De acordo com ele, as obras de implantação de ciclovias e ciclofaixas devem vir acompanhadas de mudanças de hábitos da população e maior consciência de todos. “O condutor e o pedestre precisam ter consciência da necessidade de um trânsito mais seguro e desta forma, cada um fazer a sua parte, exercendo sua cidadania, respeitando a sinalização e os espaços reservados para carros, motos, caminhões, ônibus, ciclistas e pedestres. É preciso eliminar a imprudência, o desrespeito e outras infrações. Só assim teremos um trânsito com menos acidentes, mais seguro e tranquilo para toda a comunidade”, disse Roberto.

Ciclofaixas e ciclovias – Atualmente está em execução os 17 quilômetros de ciclofaixas que interligarão a Região Leste de Aparecida à Região Oeste, saindo da Avenida Santana no Polo Industrial vice-presidente José Alencar, passando pelo centro e bairros como Independência, Riviera e Cidade Livre, alcançando o Jardim Tropical, chegando no Terminal de Ônibus do Setor Garavelo. “A obra está dentro do Eixo Leste-Oeste, e visa proporcionar maior segurança para o trabalhador que utiliza a bicicleta como meio de locomoção de sua casa para o trabalho. Estamos realizando a obra por etapas e em alguns locais ela já está completa, com sinalização e tachões separando o fluxo de veículos”, comentou Roberto Lemos.

Já como parte dos Eixos Estruturantes Norte-Sul, foram implantadas as ciclofaixas da Avenida São João e Eixo Norte-Sul 04, na Vila Alzira e Parque América, ligando a Avenida São Paulo ao Polo Empresarial Goiás e Anel Viário; e os 13 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas na Avenida Jataí (Eixo Norte-Sul 01), que liga toda a região Leste, partindo do Jardim Bela Vista na divisa com a capital, passando pelos bairros Jardim dos Buritis, Chácara São Pedro e chegando no Polo Industrial vice-presidente José Alencar. “Estamos trabalhando para deixar o trânsito democrático, seguro e acessível a todos”, finalizou o prefeito.


Tachões derrubam pelo menos 12 motociclistas em ciclofaixa de Aparecida de Goiânia


Estrutura instalada para separar trânsito e resguardar ciclistas provocou acidentes em avenida Pelo menos 12 motociclistas se acidentaram na Avenida Benedito Silvestre de Toledo, no Jardim Riviera, em Aparecida de Goiânia, nesta terça-feira (16). O motivo das quedas foi a instalação de tachões (tecnicamente conhecidos como prismas catadiópicos) na ciclovia que está em fase de implantação na região. As estruturas foram fixadas na madrugada desta terça-feira (16) e pegaram de surpresa os condutores que trafegavam pela via.

A Superintendência Executiva de Mobilidade de Aparecida de Goiânia, que executa o programa Mobilidade Urbana, responsável pelas vias cicláveis, afirmou que a avenida conta com toda a sinalização vertical e horizontal necessária.

Por volta das 17 horas, o POPULAR flagrou o que os moradores do local afirmaram que seria o 12º acidente do dia. O auxiliar de produção Everton das Neves Souza, de 25 anos, tinha acabado de cair de sua motocicleta e aguardava a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu). Everton, que mora no Jardim Alto Paraíso, passa pela via todos os dias para ir para a casa da namorada, que reside na região. Ele não viu os tachões e acabou caindo quando a roda dianteira do veículo passou em um deles. “Não tem nada (avisando). Tinha de ter alguma coisa para o motorista saber dos tachões, porque eu não vi”, disse.

Toda a extensão da avenida já conta com a pintura das ciclofaixas e placas de sinalização. O trabalho vem sendo desempenhado, segundo a Superintendência de Mobilidade, há 15 dias. Contudo, a reclamação dos moradores é sobre os tachões que, até a última segunda-feira, não estavam na via. Os objetos não foram sinalizados e não contam com faixas reflexivas. Além disso, outro agravante é que as estruturas foram fixadas em apenas uma parte da rodovia. Segundo Everton, foi isso que ocasionou a sua queda. “Toda a pista está pintada, mas tem só a faixa branca, eu só vi que tinha tachões nesta parte quando eu encostei a roda em um deles. Aí o guidom já começou a tremer e eu bati em outro. Foi a hora que eu caí”, contou.

O engenheiro de trânsito e professor do Instituto Federal de Goiás (IFG), Marcos Rothen, declara que a ação foi um equívoco. “Aquilo é uma pegadinha. Se você muda a condição de uma via de repente, você tem de avisar para o motorista”, diz. “A prefeitura tinha de colocar placas avisando para o motorista, ainda mais porque é só em um pequeno trecho, que daqui a tantos metros a ciclofaixa vai virar ciclovia”, disse. Ademais, segundo ele, os tachões precisam de faixas reflexivas, já que eles são chanfrados. “Não tem problema colocar, mas precisa de sinalização e da faixa reflexiva, se não é irregular”.

Sobre a sinalização, a prefeitura afirmou que os prismas têm o chamado “olho de gato” e uma pintura especial que reflete a luz. Contudo, no local visitado pela reportagem, os tachões não contavam com o dispositivo refletor. Ainda segundo a prefeitura, a ciclovia ainda não está pronta e, dentro dos próximos dias, toda a extensão sinalizada como ciclofaixa receberá a fixação das estruturas. O projeto para implantação da via para ciclistas conta com 17 km de extensão, percorrendo diversos bairros de Aparecida, com destino final no Setor Garavelo. A Superintendência de Mobilidade também afirma que realiza estudos para apurar os acidentes.


Goiânia vai receber cinco novas estações de compartilhamento de bicicletas

ciclovia goiania

Dentre os novos pontos, dois serão voltados exclusivamente para o público infantil, atendendo a uma demanda dos usuários Goiânia deve ganhar em breve cinco novas estações de compartilhamentos de bicicletas. Com o incremento, o município deve chegar a 20 pontos do GynDeBike -- serviço oferecido pela Prefeitura em parceria com a Unimed --, totalizando cerca de 200 bicicletas disponibilizadas.

Dentre as novas estações, duas serão voltadas exclusivamente para o público infantil, atendendo a uma demanda dos usuários. “Há algum tempo temos recebido pedidos para que algumas bicicletas fossem adaptadas para o uso de crianças, entretanto, no modelo atualmente instalado não havia essa possibilidade”, explicou o secretário de Planejamento Urbano e Habitação de Goiânia, Henrique Alves.

As novas estações serão instaladas nos seguintes pontos:

- Nas proximidades do Instituto Federal de Goiás (IFG), no Mutirama (adulta)

- Nas proximidades da Câmara Municipal de Goiânia, no cruzamento das avenidas Goiás e Independência, no setor Norte Ferroviário (adulta)

- No Parque Flamboyant, no Jardim Goiás (adulta e infantil)

- Na Praça do Sol, no Setor Oeste (infantil)

A prefeitura não divulgou a data de instalação das novas estações.

GynDeBike

O Sistema de Bicicletas Públicas GynDebike é um projeto da Prefeitura de Goiânia em parceria com a Unimed Goiânia e é operado através da concessão de uso de área pública pela empresa Serttel Ltda. Atualmente são disponibilizadas à população 150 bicicletas, espalhadas em 15 pontos estratégicos da cidade, onde a população, através de um aplicativo e mediante um cadastro prévio, pode retirar uma bicicleta e devolver em qualquer outra estação da Capital.

Desde que foi lançado pela Prefeitura de Goiânia, já foram realizadas pelo GynDeBike mais de 157 mil viagens, de acordo com o site debikegoiania.com A expectativa da Prefeitura de Goiânia é que, com o aumento do número de bicicletas compartilhadas e a ampliação do perímetro de localização das estações, o número de viagens chegue a marca de 300 mil até dezembro deste ano.

Foto: O Popular


Prefeitura inicia revitalização dos 80 km de ciclovias de Goiânia


Ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas da capital começaram a receber novas pinturas e a recuperação de suas pistas

A Prefeitura de Goiânia deu início na semana passada ao trabalho de revitalização dos 80 km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas da capital. Os serviços começaram na Avenida T-63 e devem se estender a todos os demais pontos com rotas cicláveis ainda neste primeiro semestre.

Segundo Fernando Santana, titular da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT), os serviços serão executados nas vias e nos parques. Ele informa que, após o fim das revitalizações nestes locais, o trabalho vai ser levado também às rotas cicláveis nos corredores de ônibus. Além de pinturas novas, os espaços devem receber a recuperação de suas pistas e a troca de sinalizações verticais danificadas.

De acordo com Santana, a SMT também está concluindo um projeto para expandir a malha cicloviária de Goiânia. “Por determinação do prefeito Iris Rezende, vamos interligar os pontos existentes e construir novas ciclovias em pontos estratégicos”, disse.


Ciclovias de Goiânia sem manutenção


Cerca de 84% da malha cicloviária não passou por reparos desde a criação e outras só receberam repintura no final de 2016 e início de 2017. Prefeitura busca parceria por melhorias

Na Rua Arco Íris, Setor Irisville, na Região Leste de Goiânia, a ciclovia que liga o bairro à GO-010 serve ao crescimento de mato. Inaugurada em 2016, onde era uma pista de caminhada, nunca recebeu qualquer revitalização. O asfalto no local se desfaz em diversos pontos enquanto que a pintura identificando a exclusividade das bicicletas desaparece. Moradores relatam que é raro ver uma bicicleta no trecho de 1,2 quilômetro (km), servindo o espaço como calçada para a população do setor. Seis anos após a realização da primeira ciclovia na capital, no Corredor Universitário, 84% dos 92,28 km construídos não receberam qualquer reparo

A última revitalização, que se tratou de uma repintura, se deu há um ano e três meses, já na gestão Iris Rezende (MDB), mas contemplou apenas as ciclofaixas dos parques Vaca Brava e Areião e os trechos entre ambos. Antes disso, o governo Paulo Garcia (PT) havia revitalizado, da mesma maneira, a ciclofaixa no Parque Lago das Rosas e os caminhos deste até o Vaca Brava. Todos estes 14,8 km foram construídos em 2015 e, mesmo assim, já apresentam deficiências. As ciclorrotas e as ciclofaixas estão desaparecendo, já que a estrutura é composta pela sinalização horizontal, que não recebe reforço.

Já as ciclovias, com estruturas de concreto, ainda apresentam melhor situação, mas já há pontos com falhas na pista e em todos os cruzamentos com as ruas, em que é feita a transição por sinalização horizontal, há pinturas desgastadas. Na ciclovia da T-63, quando se chega à Avenida T-4, no sentido Nova Suíça para Pedro Ludovico, é como se a via ciclável acabasse. O trecho se torna uma ciclorrota em razão do viaduto com a Avenida 85, mas já não há qualquer indicação no asfalto e o ciclista, além de dividir o espaço com os veículos motorizados, ficam perdidos sem a sinalização.

Estudante de Engenharia de Produção, João Pedro de Morais, de 20 anos, deixou o carro há três meses para se locomover diariamente entre a casa e o trabalho. O trecho é por toda a ciclovia da T-63. Trocou também os 60 minutos que gastava no trajeto de volta devido ao trânsito pelos atuais 30 minutos. “É muito melhor e mais rápido, o único problema é esse esgaste. Ali perto do Terminal Isidória também já tem alguns buracos”, afirma e lembra que, em razão disso, fica mais perigoso utilizar a bicicleta, mesmo nas vias que estão mais conservadas na cidade.

Ligações

Já o servidor público Murilo de Oliveira de Souza reforça que se locomover pelas ciclovias dá mais segurança aos ciclistas, mas que há muitos problemas quando o trajeto passa para ciclofaixas, ciclorrotas e as ruas sem qualquer sinalização. “As pessoas, até mesmo minha mãe, me dizem que eu estou louco por andar de bicicleta em Goiânia. É perigoso mesmo, porque o trânsito não respeita, tem os carros estacionados, as ruas são estreitas e os outros carros pressionam a gente”, explica ele, que passa por trechos sem vias cicláveis implantadas e pela ciclovia do Corredor Universitário.

Souza confirma que a situação da malha cicloviária na capital está a desejar, com ocupação irregular nas ciclovias, sujeiras, falhas no concreto e, especialmente, problemas com a ciclofaixa e ciclorrota, que na prática deixam de existir. Outro problema citado por ele e por Morais é a falta da expansão das vias. “Tem poucos lugares implantados, não aumentou mais nada e acabou faltando as ligações entre as rotas. Não é nem a pintura em si que nos prejudica, é que fica inseguro, porque os carros não respeitam”, alega o servidor público.

Ele cita ainda que não houve expansão do sistema de bicicletas compartilhadas desde a sua expansão, em dezembro de 2016. “Se tivessem mais estações pode ser que as pessoas estivessem usando mais, teria mais respeito pelos ciclistas e também fariam as manutenções, mas pararam tudo.” Quando houve o início do programa, 15 estações de compartilhamento, cada uma com 10 bicicletas, foram instaladas nas regiões Central e Sul de Goiânia, em um contrato de um ano. A renovação foi feita no final de 2017, com a ampliação de uma estação, na Câmara Municipal, mas não há previsão para novos acordos de expansão.

SMT busca parceria com empresas para fazer a revitalização das vias

O secretário Fernando Santana, da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT), afirma que a sua gestão realizou a revitalização de parte da malha cicloviária da capital no ano passado, sendo as ciclofaixas dos parques Areião e Vaca Brava. “Fizemos parte, mas não toda mesmo”, diz. A promessa em 2017 é que a reforma se daria a partir deste ano, com ampliação das vias cicláveis, o que ainda não ocorreu. A reportagem do POPULAR apurou que o problema é falta de verba para realizar a política de mobilidade. Santana, no entanto, afirma apenas que busca uma parceria com empresas privadas para fazer a revitalização.

“Estamos conversando com a Unimed Goiânia, que já patrocina o serviço de bicicletas compartilhadas, para fazer a revitalização das vias que já existem e também a ampliação de novos trechos e também de novas estações de compartilhamento”, afirma Santana. Há também busca de outras empresas privadas para participarem do acordo, que compreende em financiar as obras enquanto a Prefeitura utilizaria a mão de obra própria. A Unimed Goiânia confirma que já recebeu a proposta do Paço Municipal.

Por outro lado, informa que “está avaliando a proposta da Prefeitura. Ainda não tem uma posição sobre a mesma” e lembra que, atualmente, há uma parceria com Paço apenas em relação à manutenção das estações de bicicletas compartilhadas existentes. O secretário da SMT acredita que o acordo é benéfico também para a Unimed, já que ela seria beneficiária da malha cicloviária por patrocinar o serviço de compartilhamento, que é realizado pela empresa pernambucana Serttel. A reportagem verificou que mesmo o trecho revitalizado há um ano necessitará de reparos.


Abandonadas, ciclofaixas “desaparecem” na gestão Iris


Jornal Opção flagrou, no último domingo, desrespeito aos ciclistas com veículos estacionados e até caçambas de entulho nas faixas que eram para ser exclusivas

Inaugurado em 2015 pelo então prefeito Paulo Garcia (PT), o circuito de ciclofaixas permanentes da capital passa por uma situação de verdadeiro abandono.

Criado para fomentar o uso de bicicletas e garantir lazer aos goianienses, o sistema funciona sempre aos domingos e feriados, instituindo faixas exclusivas para os ciclistas em várias ruas dos Setores Bueno, Oeste e Marista.

No entanto, não foi isso que o Jornal Opção constatou no último domingo (7/1). Carros e motos estacionados e até caçambas de entulhos atrapalhavam o trajeto e colocavam ciclistas em situação de risco.

Nas imagens acima é possível ver o desrespeito de motoristas e empreiteiros, além da omissão da Prefeitura de Goiânia. Durante duas horas, a reportagem percorreu, de bike, vários trechos e se deparou com uma situação desanimadora. Com um detalhe: não havia um agente sequer da Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMT) para multar infratores.

Além disso, buracos e faixas delimitadoras apagadas dificultavam ainda mais o uso das ciclofaixas. Há trechos em que não é possível sequer ver que existe a rota.

Projeto

Inauguradas no final de 2015, as ciclofaixas interligam três parques da capital: Lago das Rosas, Vaca Brava e Areião.

O trajeto demarcado de interligação dos três parques de forma permanente passa pela Av. Portugal até a Rua Orestes Ribeiro (conhecida como T-52) para quem seguir em direção ao Vaca Brava, por meio da Av. T-3 para chegada ao parque. O retorno ao Lago das Rosas poderá ser feito também pela Av. T-3, mas pelo acesso à T-51 para passagem pela Av. Portugal e encontro com a Alameda das Rosas.

Veja abaixo a chamada “Rota do Pedal”: